Ele
tinha 19 anos quando entrou para o cangaço. Dizem que tudo começou
através de disputas com José Saturnino, membro da família Nogueira e
vizinha de terras. Lutando contra essa família durante muitos anos,
Virgulino e seus irmãos já se comportavam como futuros cangaceiros, não
tardando a entrar em conflito com a polícia. A decisão de viver e morrer
como bandido, contudo, só foi tomada, mesmo, quando a polícia mata José
Ferreira da Silva - o patriarca da família - enquanto ele debulhava
milho.
No
bando de Lampião tinha indivíduos de todos os tipos: gordos, magros,
ruivos, louros, morenos, altos, baixos, negros e caboclos. Alguns,
inclusive, eram jovens demais: Volta Seca (11 anos), Criança (15 anos),
Oliveira (16 anos). O mais idoso era Pai Velho, com 71 anos de idade.
(Dona Jacosa Vieira do Nascimento: Avó de Lampião)
(Duas antigas poses do jovem Virgulino com 10 e 20 anos)
(Foto da fazenda Passagem das Pedras: Onde nasceu Lampião. O Sr. que aparece na foto era o vizinho Afonso da Silva, foi quem indicou o lugar das ruinas ). (Propriedade de: José Ferreira da Silva e Maria Selena da Purificação, pais de Lampião)
(Foto da fazenda, Poço do Negro, propriedade de: Jacosa Vieira do Nascimento e Manoel Pedro Lopes - avós de Virgulino)

(Capitão Lampião - Foto em 1936 em seus 38 anos de idade)
Curiosos sempre perguntam por que não fotos dos pais de Lampião? A resposta é porque foram assassinados, e não sabiam que teriam o filho que tiveram. Uma mistura de mito, herói e bandido. Lampião assombro do sertão, ou alegria dos carrascais nas caatingas sertanejas.
Sempre polêmico para quem pesquisa ou se atreve a conhecer o tema Cangaço. Lampião teve a sua família execrada pela polícia e coronéis de 8 Estados Nordestino. Virgulino quando entrou pro cangaço, chamou atenção de uma sociedade por inteiro.
http://basilio.fundaj.gov.br
O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive
O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive
O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive
O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive
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Grupo
Cabras de Lampião, de Serra Talhada (PE), cidade natal de Lampião, se
apresenta em todo o Brasil difundindo o xaxado, dança que embalava as
noites de Lampião e Maria Bonita Foto: André Dib - See more at:
http://horizontegeografico.com.br/exibirMateria/1769#sthash.0iVNr14G.dpuf
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apresenta em todo o Brasil difundindo o xaxado, dança que embalava as
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Há 75 anos a cabeça de Virgulino Ferreira da
Silva, o líder do cangaço, rolava no interior do Sergipe depois de quase
20 de perseguições. Mas o mito de Lampião sobrevive até hoje, e sua
passagem deixou traços na paisagem e na cultura nordestina
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Grupo Cabras de Lampião, de Serra Talhada (PE), cidade natal de Lampião, se apresenta em todo o Brasil difundindo o xaxado, dança que embalava as noites de Lampião e Maria Bonita Foto: André Dib |
Amedida que nos afastávamos do litoral, as feições
da Caatinga, a eventual trilha sonora do xaxado e a constante
hospitalidade matuta davam o tom da nossa jornada em busca de histórias
de Lampião perdidas pelo interior do Nordeste. A cada cidadezinha que
cruzávamos na estrada, uma estátua de um casal altivo de chapéu, farda
azul e escopeta em punho aumentava a certeza de que adentrávamos o
cenário que marcou a saga do maior ícone do sertão de todos os tempos.
A ideia era revisitar a história de Virgulino Ferreira da Silva nas terras onde ele nasceu, cresceu, reinou com seu bando e foi morto, deixando um impressionante legado cultural inspirado em uma epopeia sangrenta. Mas entender as origens, as motivações e o peculiar código de ética desse complexo levante mostrou-se uma tarefa mais ardilosa do que podíamos imaginar. Em cada biografia, cada cordel, cada “causo” escutado, nos deparávamos com novas informações, cada vez mais intrigantes.
- See more at: http://horizontegeografico.com.br/exibirMateria/1769#sthash.0iVNr14G.dpufA ideia era revisitar a história de Virgulino Ferreira da Silva nas terras onde ele nasceu, cresceu, reinou com seu bando e foi morto, deixando um impressionante legado cultural inspirado em uma epopeia sangrenta. Mas entender as origens, as motivações e o peculiar código de ética desse complexo levante mostrou-se uma tarefa mais ardilosa do que podíamos imaginar. Em cada biografia, cada cordel, cada “causo” escutado, nos deparávamos com novas informações, cada vez mais intrigantes.
O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive
Há 75 anos a cabeça de Virgulino Ferreira da
Silva, o líder do cangaço, rolava no interior do Sergipe depois de quase
20 de perseguições. Mas o mito de Lampião sobrevive até hoje, e sua
passagem deixou traços na paisagem e na cultura nordestina
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Grupo Cabras de Lampião, de Serra Talhada (PE), cidade natal de Lampião, se apresenta em todo o Brasil difundindo o xaxado, dança que embalava as noites de Lampião e Maria Bonita Foto: André Dib |
Amedida que nos afastávamos do litoral, as feições
da Caatinga, a eventual trilha sonora do xaxado e a constante
hospitalidade matuta davam o tom da nossa jornada em busca de histórias
de Lampião perdidas pelo interior do Nordeste. A cada cidadezinha que
cruzávamos na estrada, uma estátua de um casal altivo de chapéu, farda
azul e escopeta em punho aumentava a certeza de que adentrávamos o
cenário que marcou a saga do maior ícone do sertão de todos os tempos.
A ideia era revisitar a história de Virgulino Ferreira da Silva nas terras onde ele nasceu, cresceu, reinou com seu bando e foi morto, deixando um impressionante legado cultural inspirado em uma epopeia sangrenta. Mas entender as origens, as motivações e o peculiar código de ética desse complexo levante mostrou-se uma tarefa mais ardilosa do que podíamos imaginar. Em cada biografia, cada cordel, cada “causo” escutado, nos deparávamos com novas informações, cada vez mais intrigantes.
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Há 75 anos a cabeça de Virgulino Ferreira da
Silva, o líder do cangaço, rolava no interior do Sergipe depois de quase
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da Caatinga, a eventual trilha sonora do xaxado e a constante
hospitalidade matuta davam o tom da nossa jornada em busca de histórias
de Lampião perdidas pelo interior do Nordeste. A cada cidadezinha que
cruzávamos na estrada, uma estátua de um casal altivo de chapéu, farda
azul e escopeta em punho aumentava a certeza de que adentrávamos o
cenário que marcou a saga do maior ícone do sertão de todos os tempos.
A ideia era revisitar a história de Virgulino Ferreira da Silva nas terras onde ele nasceu, cresceu, reinou com seu bando e foi morto, deixando um impressionante legado cultural inspirado em uma epopeia sangrenta. Mas entender as origens, as motivações e o peculiar código de ética desse complexo levante mostrou-se uma tarefa mais ardilosa do que podíamos imaginar. Em cada biografia, cada cordel, cada “causo” escutado, nos deparávamos com novas informações, cada vez mais intrigantes.
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Silva, o líder do cangaço, rolava no interior do Sergipe depois de quase
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