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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

TRANPOSIÇAO...

Estrutura da obra de transposição do São Francisco se rompe em PE
Água está vazando há três dias. Ministério da Integração Nacional informou que os serviços emergenciais de contenção da água estão dando resultado. Na zona rural de Cabrobó, em Pernambuco, uma estrutura da obra de transposição do Rio São Francisco se rompeu em alguns pontos. A água está vazando há três dias.

De acordo com o G1, o trecho já estava pronto e em período de testes. As paredes também têm rachaduras. O Ministério da Integração Nacional informou que os serviços emergenciais de contenção da água já estão dando resultado. Mas que a análise das causas do vazamento só vai ser feita depois que o canal secar.
G1globo

ALERTA!!

‘Virose da mosca’ lota emergências
Com a chegada das chuvas, as moscas ressurgem e, com elas, as doenças sazonais – surto de diarreia, vômito, febre, dor de cabeça, dores musculares – que tem acometido um número crescente de pacientes. As emergências dos hospitais, de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os postos de saúde diariamente estão lotadas de pacientes com queixas semelhantes.

Como suspeita-se que o principal vetor do surto é a mosca, que proliferou muito nas duas últimas semanas, popularmente, o quadro de náuseas, diarreia e febre passou a ser denominado “virose da mosca”. Entretanto, o agente pode ser vírus ou bactéria.

Na maioria dos casos, não há necessidade de internação. O tratamento é feito com hidratação oral. Se houver mais de dez evacuações por dia, com vômito, é preciso reidratação venosa, por algumas horas, em unidade de atendimento médico.

CHEGA A SER ATÉ CÔMICO!!

Dilma quer acabar com o Aedes, mas corta os recursos
A presidente Dilma Rousseff chega a ser tragicômica. Quer o Brasil em guerra contra o mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya, mas corte o armamento, ou melhor, o orçamento. Em 2015, o governo federal deveria ter repassado ao programa de Coordenação Nacional da Vigilância, Prevenção e Controle da Dengue deveria ter recebido R$ 8,96 milhões, mas foram executados apenas R$ 3,3 milhões.

(ATENÇÃO!) INFORMAÇÃO IMPORTANTE.

Utilidade pública: IMAGENS FORTES MAS NECESSÁRIAS PARA ALERTAR :
Quando você for vestir uma roupa observe ou sacuda a mesma, da mesma forma ao calçar um sapato observe dentro dele, está acontecendo uma epidemia de aranha marrom. 

Ela e bem pequena mas tem uma toxina muito forte, depois de uma picada dela você só consegue sentir com três dias já ‪‎NECROSANDO‬ a parte infectada e o pior, pode causar a morte pela demora de atendimento. Fiquem ligado

Seus animais também podem ser vítimas deste insetos. Porém o maior perigo  são as ‪CRIANÇAS‬, que podem se transformar em vítimas fatais.

ATENÇÃO: ARANHA MARROM ARMADEIRA.
FACILMENTE ENCONTRADA EM JARDINS, MADEIRAS, RESTOS DE CONSTRUÇÃO, ADORA GRAMA...MÁS HABITA VÁRIOS LOCAIS.
Fonte: www.facebook.com

CULTURA CIRCENSE!!

EM UMARIZAL BABALU CIRCUS

CAUSOS DE MUMGUENGUE

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Um senhor ventríloquo estava fazendo uma turnê e foi dar um espetáculo num clube em Munguengue no interior do Nordeste.
Estava exibindo seu repertório usual sobre a burrice das loiras quando uma loiraça sentada na quarta fileira levantou-se e disse:


> Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota! O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres desse jeito? O que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São caras como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de alcançar o pleno potencial como pessoa! Por sua causa e por causa das pessoas da sua laia perpetua-se a discriminação não só contra as loiras mas contra as mulheres em geral... e tudo em nome do humor!


Confuso, o ventríloquo começou a se desculpar, e aloira, em tom esganiçado, diz:

- Fique fora disso, senhor, estou falando com esse rapazinho que está sentado no seu colo!

MAIS NÉ NÃO PADIM!!

Namorada aloprada
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– Oi amor, tô morrendo de saudade!

– Eu também!…

– Posso pedir uma coisa? Tô meio encabulado…

– Peça… meu lindo!

– Amor, manda pra mim uma foto só de calcinha?!

– Claro, meu amor! LÁ VAI...
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VERSOS E RIMAS

SERTÃO, BENDITA LEMBRANÇA
Relembro o tempo passado
Que na memória guardei
A casa onde eu morava
A vida que eu levei
Nem tinha televisão
Mas ali, naquele chão
O melhor tempo passei.

No velho fogão a lenha
A minha mãe cozinhava
O abano atiçava o fogo
A caça na brasa assava
Com preá e avoante
Naquele tempo distante
A família se fartava.

De chafariz ou cacimba,
Meu caro amigo anote
Era a água de beber
Que se botava no pote
Ou mesmo numa quartinha
Água ficava fresquinha
Caneco tinha um magote.

No caneco de alumínio
Tinha meu nome gravado
E cada irmão tinha o seu
Mamãe tinha este cuidado
E pra não entrar caçote
Uma boina tinha o pote
Com laço bem amarrado.

Naquele velho sertão
Que vivi quando menina
Por lá se dormia cedo
Luz era só lamparina
E ainda pro meu regalo
Lá se acordava com o galo
Linda aurora nordestina.

A lembrança quando bate
Desperta minha saudade
Recordo a vida singela
E a minha felicidade
Os costumes do sertão
Que jamais se apagarão
Da minha realidade
Dalinha Catunda

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

VEM AI!!

VAQUEJADAS
bolao

Cartaz Campov




CAICO

CORDEL


O PINTOR MUDOU A TINTA/ DA PAISAGEM DO SERTÃO.
Uma seca causticante
Assolou nosso nordeste,
Do sertão ao agreste
A coisa foi devastante.
O criador num instante
Trouxe a resolução
Derramou no nosso chão
Uma chuva bem retinta.
“ E o pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Era um negrume só
Estendido pelo pasto;
Um cenário tão nefasto
De miséria e de dó.
Chega levantava o pó
Do redemoinho lá no chão.
E quando assim o trovão
No céu fez a sua finta
“O pintou mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”
.
A névoa deixa as colinas
Numa elegante alvura
Cobrindo sua estrutura
Que nem grandes cortinas.
O orvalho nas campinas
Cristaliza a cerração
Amenizando a situação.
Duma forma tão sucinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

A verdura se dissemina
Na orla das grandes matas.
No sopé belas cascatas
Saltitam que nem menina
Sua água cristalina
Serpenteia todo vão
Descendo no ribeirão
Como se fosse uma cinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Enfeitando as paisagens
Só se ver o aguaceiro,
Nas cacimbas , em barreiro
Espalhado nas rodagens.
Nos campos lindas ramagens
Enfeitam a imensidão
Misturam-se à vegetação
Que estava quase extinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

A chuva trouxe bonança
Para todos do lugar;
Os pássaros voltam a cantar
Com muito mais confiança
Sem perder a esperança
Afina mais a canção
Sem sair da metrificação
Chama um e chama trinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

O urubu desaparece
Fecha o ato, sai de cena.
A linda flor da Açucena
Na caatinga se floresce;
No cercado o capim cresce
Ornando todo o torrão,
Trazendo alimentação
Para a vaca tão faminta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Leonires Di Olliveira
MOTE DE LABÔNIO DI OLIVEIRA