NOTÍCIAS EM DESTAQUE

Loading...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

VAMO TUMAR UM AGUARDENTE PADIM VÉI!!

NEGADA HOJE TEM TOCIM
TOCIM DE POICO BAE
UMA PANELA DE FEIJÃO
PODE VIR QUER QUISER
TORRADO CUM FARINHA
NA MESA DA COZINHA
PODE METER A CUIÉ

MINHA LOIÇA É DE BARRO
DE LENHA É MEU FOGÃO
MINHA MORADA É DE TAIPA
DE BARRO BATIDO É O CHÃO
MAIS AQUI VOISMICÊ COME
MATA A DANADA DA FOME
COM FAROFA DE TOCIM E FEIJÃO

EIIIITA!! BICHO BOM É TOCIM
MODE TOMAR UM AGUARDENTE
QUANDO O SOL VAI SE PONDO
NA LATADA DA FRENTE
SÓ NÃO CHAMO THIAGO BENTO
O PESTE COME QUE SÓ JUMENTO
NUM DEIXA NADA PRA GENTE

DANOUUUUUUU-SE PADIM!!
JATÃO VAQUEIRO

ISSO NÃO PODE ACONTECER NUM PAÍS QUE AINDA TEM MISÉRIA

Por dia, 13 toneladas de alimentos vão para o lixo na Ceasa RN
A chuva fina que insiste em cair do céu de Natal não atrapalha o desempregado Cosme Régis, 49 anos. Com a metade do corpo dentro de uma lixeira, ele resgata do fundo do recipiente as uvas que foram desprezadas por outra pessoa. Sem examinar as frutas, coloca-as dentro de um saco vermelho que, posteriormente, é arremessado em cima de um caixote. No quadrado de madeira, as uvas repousam sobre legumes, verduras e outras frutas também oriundas do lixo.

A cena descrita acima foi registrada pela reportagem na manhã da última quinta-feira, dia 24, mas ocorre todos os dias na Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Norte (Ceasa-RN). Cosme Régis é apenas um dos catadores que vão ao local atrás dos alimentos que são desperdiçados corriqueiramente. A Ceasa-RN é palco de um fenômeno que acontece em todo o mundo.

A direção da Ceasa/RN diz que 90% do lixo produzido no local, diariamente, é material orgânico
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), anualmente, é desperdiçado 1,3 bilhão de tonelada de alimentos em todo planeta. O montante corresponde a 30% de tudo o que é produzido no mundo e causam perdas econômicas, como também tem impacto significativo nos recursos naturais dos quais a humanidade depende para se alimentar. Ainda de acordo com a pesquisa da Embrapa, aproximadamente 10% do alimento jogado fora se perde ainda no campo. O maior desperdício, 50%, ocorre no transporte e manuseio.

No Brasil, segundo estimativas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), aproximadamente 26,3 milhões de toneladas de alimentos têm o lixo como destino final. No Rio Grande do Norte, não há dados estimados que apontem o tamanho do nosso desperdício. No entanto, alguns números revelam a complexidade do problemas.

Apenas na Ceasa-RN, por dia, a produção de lixo atinge a marca de 13 toneladas. De acordo com a direção do órgão, aproximadamente 90% desse volume é constituído de material orgânico, ou seja, alimento. “Além desse quantitativo, ainda temos aproximadamente cinco toneladas que são coletadas e transformadas em alimento para animais”, explica o diretor presidente do órgão, José Adécio Filho.

Os cochos para porcos também é local de destino para os alimentos que são desperdiçados em um restaurante popular localizado no bairro do Alecrim. Lá, diariamente, são vendidas 1.200 refeições. Mas boa parte da comida acaba sendo jogada aos porcos. “A quantidade que é desprezada varia a cada dia. Depende muito do cardápio. Quando é uma comida que não agrada, as pessoas deixam muito no prato. No fim do expediente, um senhor passa aqui e recolhe o que não foi consumido”, explica a nutricionista Daniela Matias
.
http://tribunadonorte.com.br/

VAQUEJADAS E CAVALGADAS ESSE FINAL DE SEMANA NO RN

VAQUEJADAS



Foto


CAVALGADAS

CAUSOS DE MUNGUENGUE

Na bodega em Munguengue a garçonete oferece comida a um rapaz bem afeiçoado que está sentado ao lado de uma moça vegetariana de carteirinha que detesta carne.
Osmundo, o rapaz simpático, pede logo aquela picanha, bem macia e com um dedo de gordura em volta.
A garçonete se vira também para moça e pergunta:
> A senhora aceita o mesmo que ele moça?
Demonstrando extrema indignação, a senhorita responde:
- Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão daqueles de dois metros de altura, do que botar um pedacinho dessa porcaria na boca!
O rapaz escuta o que a moça diz e depressa devolve a picanha para garçonete dizendo:
--- ÊÊÊÊPA! Eu não sabia que tinha essa outra opção na bodega... Também quero o negão!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

VEJAM ESSE VÍDEO VOCÊ VAI SE EMOCIONAR

LIÇÃO DE VIDA

CAUSOS DE MUNGUENGUE

"Defunto Vivo"

Em alguns arraiais do interior nordestino, quando morria alguém, costumavam buscar o caixão na cidade vizinha, de caminhão.

Certa feita, vinha pela estrada um caminhão com sua lúgubre encomenda, quando um pescador fez sinal, pedindo carona. O motorista parou.

- Se você não se incomodar de ir na carroceria, junto do caixão, pode subir.

O pescador disse que não tinha importância, que estava com pressa de voltar para casa - isto porque tinha vindo pescar sem avisar a esposa. Agradeceu e subiu na carroceria. E a viagem prosseguiu.

Nisto começa a chover. O pescador, não tendo onde se esconder da chuva, vendo o caixão vazio, achou melhor deitar-se dentro dele, fechando a tampa para melhor abrigar-se. Com o balanço da viagem, logo pegou no sono.

Mais na frente, outra pessoa pediu carona. O motorista falou:

- Se você não se importa de viajar com o outro que está lá em cima, pode subir.

O segundo homem subiu no caminhão. Embora achasse desagradável viajar com um defunto num caixão, era melhor que ir a pé para o povoado.

De tempos em tempos, novos caronas subiam na carroceria, sentavam-se respeitosos, em silêncio, em volta do caixão, enquanto seguiam viagem.

Avizinhando-se do arraial, ao passar num buraco fundo da estrada, um tremendo solavanco sacode o caixão e desperta o pescador dorminhoco que se escondera da chuva dentro dele.

Levantando devagarinho a tampa do caixão e pondo a palma da mão para fora, fala em voz alta:

- Será que já parou a chuva?

Foi um corre-corre dos diabos. Não ficou ninguém em cima do caminhão. Dizem que tem gente correndo até hoje.

CAUSOS DE MUNGUENGUE

Zefa Maria acabou de ficar viúva e foi até a funerária em Munguengue para ver como seu marido estava sendo preparado para o enterro. No momento em que ela vê o corpo, começa a chorar muito.

O dono da funerária vendo a cena se aproxima e começa a consolá-la, mas ela diz que não está chorando pela perda do marido e sim por causa do terno que ele está usando. Ela explica que eles o vestiram com um terno preto e o desejo do finado sempre tinha sido de ser enterrado com um terno azul turquesa.

O homem explica que tradicionalmente sempre usam ternos pretos, mas que ele faria o possível para atender o desejo do falecido.

Meia hora mais tarde, a velhinha retorna à funerária e ao ver seu marido quase chora novamente, mas dessa vez de alegria. Lá está seu Adolfo vaqueiro com o mais bonito terno azul turquesa que ela jamais vira em sua vida.

O dono da funerária aproxima-se dela e pergunta:

- Está tudo de acordo agora senhora?

— Sim, sim! Maravilhoso! Mas onde o senhor conseguiu um terno tão lindo, tão rapidamente?

- Veja bem: depois que a senhora saiu, um outro morto do tamanho do seu marido foi trazido e ele usava esse terno azul. A viúva dele também estava triste porque ele sempre quis ser enterrado em um terno preto.

A velhinha então sorri para o dono da funerária encantada com a consideração dele. Até que o homem continua sua explicação:

- Aí ficou fácil dona... foi só trocar as cabeças!

CRIATIVIDADES NORDESTINAS

Milagre da Engenharia
Milagre da Engenharia

CORDEL

LAMENTO DU SERTANEJO
Vim aqui pra capitá
truxe a famía intera
módi a vida miorá
eu travessei a frontêra.
Sô caipira du sertão
peguei a mala no chão
e uns trocado n’algibêra.

Minha jornada sufrida
pensei que fosse cabá.
Nunca foi fáci a vida
cum a seca a amiaçá.
Morreu minha prantação,
só tinha judiação
naquele belo lugá.

Dos dez fio qui Deus me deu,
a morte tava à ispreita.
Dois de infequição morreu,
us ôtro trêis, de maleita.
Ôji mi resta só cinco
qui eu proteju cum afinco,
sinão a morte apruveita.

Cheguei na grande cidadi
cheinho di isperança.
-Nessa grandiosidadi
vô inducá as criança.
Mai eu pensei munto cedo...
Memo forti sem tê medo,
minha fé, as veiz balança.

Nessa cidade celeste
faiz é tempo qui nun chove.
Pareci inté o agreste
dondi eu parti (dia nove).
Imprego eu num arranjei.
Eu num sô fora da lei,
tem nada qui mi reprovi.

Vô pegá minha famía
e vortá lá pro sertão.
Si Deus quizé, a aligria
vai vortá nu coração.
As chuva há di vortá
us gado hei di sarvá
e tomêm a prantação.
(Milla Pereira)

VAQUEJADA

VAQUEJADA!! Uma atividade desportiva
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) aprovaram, no dia (2) de julho de 2014, o substitutivo do deputado Moreira Mendes (RO), líder do PSD, ao Projeto de Lei 2.452/11 e apensados, que regulamenta a vaquejada como atividade desportiva. O parlamentar explicou que o substitutivo engloba os principais pontos de cada uma das propostas, levando em consideração, principalmente o PL 3.024/11, de autoria do deputado Paulo Magalhães (BA).

Moreira destacou que a vaquejada é praticada no Brasil há mais de cem anos, mas somente a partir da década de 90 ganhou o formato atual. “Queremos estabelecê-la como uma atividade desportiva formal, uma vez que há centenas de eventos, não apenas recreativos, mas também profissionais realizados em todo o território nacional, principalmente no Nordeste. O vaqueiro é reconhecido como um atleta, os parques lotam e, a cada ano, surgem mais interessados pela atividade”, justificou.
Segundo o parlamentar, os critérios para o cuidado da saúde e da integridade física dos animais compreenderão todas as etapas do evento, inclusive o transporte do local de origem, chegada, acomodação, alimentação, trato, manejo e montaria. Além disso, somente poderão ser usados animais liberados para a competição por atestado de médico veterinário.

O projeto divide a vaquejada em duas modalidades: amadora; reconhecida como uma atividade livre, sem quaisquer subsídios materiais ou financeiros para os praticantes; e profissional caracterizada pela remuneração formalizada por meio de contrato.

Conforme o texto aprovado “entende-se por vaquejada o evento esportivo de competição, em duplas, com montarias, de domínio sobre bovinos, no qual é julgada a habilidade do atleta em dominar o animal com destreza e perícia”.
http://www.rondoniaovivo.com/