quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

MAIS NÉ NÃO PADIM!!

Namorada aloprada
Resultado de imagem para CHARGE FACEBOOK
– Oi amor, tô morrendo de saudade!

– Eu também!…

– Posso pedir uma coisa? Tô meio encabulado…

– Peça… meu lindo!

– Amor, manda pra mim uma foto só de calcinha?!

– Claro, meu amor! LÁ VAI...
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VERSOS E RIMAS

SERTÃO, BENDITA LEMBRANÇA
Relembro o tempo passado
Que na memória guardei
A casa onde eu morava
A vida que eu levei
Nem tinha televisão
Mas ali, naquele chão
O melhor tempo passei.

No velho fogão a lenha
A minha mãe cozinhava
O abano atiçava o fogo
A caça na brasa assava
Com preá e avoante
Naquele tempo distante
A família se fartava.

De chafariz ou cacimba,
Meu caro amigo anote
Era a água de beber
Que se botava no pote
Ou mesmo numa quartinha
Água ficava fresquinha
Caneco tinha um magote.

No caneco de alumínio
Tinha meu nome gravado
E cada irmão tinha o seu
Mamãe tinha este cuidado
E pra não entrar caçote
Uma boina tinha o pote
Com laço bem amarrado.

Naquele velho sertão
Que vivi quando menina
Por lá se dormia cedo
Luz era só lamparina
E ainda pro meu regalo
Lá se acordava com o galo
Linda aurora nordestina.

A lembrança quando bate
Desperta minha saudade
Recordo a vida singela
E a minha felicidade
Os costumes do sertão
Que jamais se apagarão
Da minha realidade
Dalinha Catunda

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

VEM AI!!

VAQUEJADAS
bolao

Cartaz Campov




CAICO

CORDEL


O PINTOR MUDOU A TINTA/ DA PAISAGEM DO SERTÃO.
Uma seca causticante
Assolou nosso nordeste,
Do sertão ao agreste
A coisa foi devastante.
O criador num instante
Trouxe a resolução
Derramou no nosso chão
Uma chuva bem retinta.
“ E o pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Era um negrume só
Estendido pelo pasto;
Um cenário tão nefasto
De miséria e de dó.
Chega levantava o pó
Do redemoinho lá no chão.
E quando assim o trovão
No céu fez a sua finta
“O pintou mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”
.
A névoa deixa as colinas
Numa elegante alvura
Cobrindo sua estrutura
Que nem grandes cortinas.
O orvalho nas campinas
Cristaliza a cerração
Amenizando a situação.
Duma forma tão sucinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

A verdura se dissemina
Na orla das grandes matas.
No sopé belas cascatas
Saltitam que nem menina
Sua água cristalina
Serpenteia todo vão
Descendo no ribeirão
Como se fosse uma cinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Enfeitando as paisagens
Só se ver o aguaceiro,
Nas cacimbas , em barreiro
Espalhado nas rodagens.
Nos campos lindas ramagens
Enfeitam a imensidão
Misturam-se à vegetação
Que estava quase extinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

A chuva trouxe bonança
Para todos do lugar;
Os pássaros voltam a cantar
Com muito mais confiança
Sem perder a esperança
Afina mais a canção
Sem sair da metrificação
Chama um e chama trinta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

O urubu desaparece
Fecha o ato, sai de cena.
A linda flor da Açucena
Na caatinga se floresce;
No cercado o capim cresce
Ornando todo o torrão,
Trazendo alimentação
Para a vaca tão faminta.
“O pintor mudou a tinta
Da paisagem do sertão.”

Leonires Di Olliveira
MOTE DE LABÔNIO DI OLIVEIRA

NOTÍCIAS

Chuvas no RN prosseguirão até o fim do carnaval
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O interior do Rio Grande do Norte teve chuvas intensas durante o fim de semana. Na região Oeste e Seridó, onde a escassez de água provocou a gradual dos níveis dos reservatórios, as chuvas foram significativas durante os três últimos dias. Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), as chuvas prosseguirão até o fim do carnaval.

De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, as regiões que tiveram maior volume de chuvas no último final de semana, no interior do estado, foram a Chapada do Apodi – que na noite de sábado (30) e início de domingo (31), chegou a registrar 78 milímetros de chuva generalizada – Caraúbas e toda a região do Médio Oeste potiguar. Em Assú, também no Oeste, carros ficaram debaixo d’água devido às chuvas.

Tribuna do Norte 

CAUSA MORTE

Falta de oxigênio causou mortandade de peixes em Upanema, RN
Segundo estudo, pescadores tiveram prejuízo de 
R$ 390 mil com a mortandade dos peixes (Foto: Renato Medeiros)
A falta de oxigênio nas águas da barragem de Umari, em Upanema, município da região Oeste potiguar, foi a principal causa da mortandade de 60 toneladas de peixes, fato ocorrido no dia 19 de janeiro. É o que revela estudo realizado pelo Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (Igarn), Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e Secretaria Estadual da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape).

Outro motivo, ainda segundo o estudo, foi o baixo nível da barragem, que está atualmente com apenas 18% da capacidade. Igarn, Idema e Sape também descartam a possibilidade de o desastre ter sido causado por alguma ação humana. “Foi uma questão natural. Houve mudança no clima, concentração de matéria orgânica, diminuição do reservatório enquanto capacidade de água existente, tudo isso provocou realmente a morte dos peixes”, afirmou Josivan Cardoso, presidente do Igarn.

As investigações constataram também que houve um erro na estimativa da quantidade de peixes mortos. Inicialmente, se divulgou que 200 toneladas de peixes haviam morrido, quando na verdade morreram 60 toneladas. Os peixes pertenciam a seis produtores da região. Dos 372 viveiros existentes em Upanema, 156 foram atingidos. O prejuízo, direto, foi de R$ 390 mil.

“Todos os negócios dessas pessoas não paralisaram, mas tiveram uma redução drástica pelos próximos seis a oito meses”, ressaltou Antônio Alberto Cortez, subsecretário da Sape.

Para tentar evitar outros desastres como este, órgãos ligados à pesca farão uma campanha preventiva junto a produtores. O trabalho deve acontecer na segunda quinzena de fevereiro.

G1 RN

NOTÍCIAS

Maior barragem do RN volta a receber água, mas volume ainda é crítico
Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório 
do RN, está com pouco mais de 20% de sua capacidade. 
Este é o mais baixo volume da história (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Graças às chuvas que vêm caindo nos últimos dias no interior do Rio Grande do Norte, a maior barragem do estado, a Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, voltou a receber águas do Rio Piranhas. A informação foi confirmada pelo presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó/Piranhas/Açu, José Procópio de Lucena. Mesmo assim, segundo a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (Semarh), a situação ainda é preocupante. Com 20,61% de sua capacidade total, o reservatório nunca esteve com o volume de armazenamento tão baixo.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves tem capacidade para armazenar até 2 bilhões e 400 milhões de metros cúbicos de água. Levantamento divulgado nesta terça-feira (2) mostra que o reservatório chegou a 20,61% de sua capacidade total, o que representa um volume de 494 mil, 618 mil e 800 metros cúbicos. Este, de acordo com o secretário Mairton França, titular da Semarh, é o volume mais baixo da história da barragem.

Ainda de acordo com Lucena, o volume de água ainda precisa subir 16,6 metros para que a cota de sangria seja atingida. O sangradouro da barragem fica na cidade de Itajá, na região Central do estado. A última vez que o reservatório sangrou foi em 2011. De lá para cá, o Rio Grande do Norte enfrenta a pior seca dos últimos 100 anos.


Emergência
Dos 167 municípios potiguares, 153 estão em estado de emergência em razão da estiagem prolongada. Destes, 16 estão em situação de colapso. Outras 75 cidades são abastecidas no sistema de rodízio.


'Atlântida do Sertão'
Ruínas da antiga São Rafael, inundada durante a construção do maior reservatório do Rio Grande do Norte, tornaram-se atrações turísticas. A 'Atlântida do Sertão', como foi apelidada a velha cidade, ressurgiu por causa da longa estiagem que atinge o estado. As águas baixaram tanto que revelaram o que restou de alguns dos prédios encobertos há mais de 30 anos pelas águas da barragem. A igreja e o cemitério estão lá. Na época, segundo o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), 730 famílias tiveram quer ser reassentadas em um ponto mais alto do município.

No fundo do reservatório, é possível chegar de carro até a velha igreja da cidade. Ela ainda tem as fundações submersas, mas dá pra subir nos escombros. Já o antigo cemitério, reapareceu por completo, revelando túmulos e cruzes. Casas, lojas e até o que um dia foi um posto de combustíveis também estão aparentes.
Além da velha igreja, as ruínas do cemitério da antiga São Rafael também atraem visitantes para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Oeste potiguar (Foto: Anderson Barbosa/G1)
Ruínas da igreja da antiga São Rafael atraem visitantes para a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no Oeste potiguar; a cúpula, que desabou há alguns anos, é o símbolo maior do que restou da velha construção destruída pelas águas que inundaram o lugar (Foto: Anderson Barbosa/G1)
G1 RN

Uma imagem que já diz tudo.

Foi registrado no sítio Apanha-Peixe! Felipe Guerra-RN

NOTÍCIAS

Jovem concilia estudos com trabalho no campo em PE e passa em medicina
Jeferson acordava às 5h para ajudar o pai a tirar leite da vaca 
(Foto: Jeferson Cesar/ Arquivo Pessoal)
Um jovem de 20 anos conciliou os estudos com o trabalho no campo e conseguiu ser aprovado em medicina. Todos os dias, Jeferson César Silva de Oliveira ajudava os pais a tirar o leite da vaca e nos trabalhos na roça. Além disso, cursava licenciatura em física em um instituto federal.

Ele mora no Sítio Lage do Carrapicho, zona rural de Alagoinha, Agreste pernambucano, e conquistou o terceiro lugar no curso da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
Não tive nenhum professor para me ajudar. Apenas pegava um tema na internet e treinava uma redação por semana"
Jeferson Silva de Oliveira, que tirou 920 na redação do Enem

O jovem é o primeiro da família a cursar o ensino superior – os pais só estudaram até a terceira série do ensino fundamental.

Jeferson disse que sempre teve vontade de cursar medicina, mas não tentou uma vaga antes por causa da seca que atingiu a região com mais intensidade em 2012. "Minha família não tinha condições financeiras para me manter em outra cidade."
http://g1.globo.com/