Oce é o culirio do meu zoio...
O chicrete garrado na minha carsa gens...
A massa de tumate do meu macarrão...
Oce é o vidrim de loção na minha pintiadeira...
Homi oce é o pano de cua o meu café...
Gosto demais da conta de oce!!
Oia, vo pegar um tijolo e escrivinhar bem aloprado na parede...(SARDADE). Ai, vo pegar o tijolo e prantale na sua cabeça pro ce ve como sardade doi.
-Te amo de mais da conta sua desgraçada.
Oxente Maria!! O meu chamego com oce é que nem o punho das rede só veve apregado um no outro.
terça-feira, 24 de abril de 2012
TODO CUIDADO É POUCO!!
ATÉ A POMBA DA PAZ
PENSA ANTES DE VIAJAR
SE DURANTE SEU PERCURSO
EM UMARIZAL FOR PASSAR
NÃO PODE SER ASSIM
NÃO VAMOS FAZER MOTIM
AQUI É BOM DE SE MORAR
segunda-feira, 23 de abril de 2012
DEUS - POEMA DE ONILDO BARBOSA
DEUS
Poema de Onildo Barbosa
Como poeta, analiso,
Descrevo e transformo em verso
Que cada lugar que piso
É parte de um universo.
Sinto, na luz dos meus olhos,
A flacidez dos abrolhos,
Céu distante, mar profundo.
Da Terra, esfera suspensa,
Deus marca a Sua Presença
Em tudo que há no mundo!
Descrevo e transformo em verso
Que cada lugar que piso
É parte de um universo.
Sinto, na luz dos meus olhos,
A flacidez dos abrolhos,
Céu distante, mar profundo.
Da Terra, esfera suspensa,
Deus marca a Sua Presença
Em tudo que há no mundo!
Clik em mais informações e veja na integra:
Fonte: naturezaeeducacao.blogspot.com.br
REVENDO SEU LUNGA CABRA DA PESTE DO SERTÃO
Seu Lunga estava na sua casa com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta:
- No copo, Seu Lunga?
E seu Lunga responde:
- Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!
O funcionário do banco veio avisar:
- Seu Lunga, a promissória venceu.
- Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória..
Seu Lunga entrando em uma agropecuária.
-Tem veneno pra rato?
-Tem! Vai levar? – Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! – responde seu Lunga.
1° Cavalgada do Sertão de Janduís/RN á Messias Targino/RN
A 1° cavalgada do Sertão Será realizada nesse dia 6 de maio( domingo ) com saída de manhã Cedo da fazenda de Quinca Gurgel ( Quinca de Elpídio ) na cidade de Janduís/RN até Messias Targino/RN.
Participação do poeta Laulauzinho de Lalau
Estão todos convidados a Participar e Prestigiar o evento!
Fonte: blog da Lêigina Lorena
Via: www.vaquejadanamidia.com
Piadas de Caipiras
Seu Genival vaqueiro e sua esposa Ambrosina moravam em Munguengue e já estavam casados há um tempão, e durante todos esses anos de casados a mulher manteve uma caixinha escondida do marido.
No dia que eles completaram cinqüenta anos de casados, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.
Para sua surpresa, havia 50 mil reais e três grãos de milho dentro.
Seu Genival encabulado pergunta a velha:
- Oxente Ambrosina! O que isso minha velha? E a velha responde:
- Sabe meu velho é que cada vez que eu te traí durante esses anos, eu coloquei um grão de milho nessa caixinha.
Seu Genival ficou espranaviado de raiva, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em cinqüenta anos até que era pouco. Já estava quase se conformando quando lembrou-se de perguntar:
- E os 50 mil reais Ambrosina o que é isso?
E a velha explicou:
- Sabe meu vei , é que cada vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho!
No dia que eles completaram cinqüenta anos de casados, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.
Para sua surpresa, havia 50 mil reais e três grãos de milho dentro.
Seu Genival encabulado pergunta a velha:
- Oxente Ambrosina! O que isso minha velha? E a velha responde:
- Sabe meu velho é que cada vez que eu te traí durante esses anos, eu coloquei um grão de milho nessa caixinha.
Seu Genival ficou espranaviado de raiva, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em cinqüenta anos até que era pouco. Já estava quase se conformando quando lembrou-se de perguntar:
- E os 50 mil reais Ambrosina o que é isso?
E a velha explicou:
- Sabe meu vei , é que cada vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho!
MEU BAIÃO-DE-DOIS
MEU BAIÃO-DE-DOIS
*
Chegando ao meu Ceará
Fui logo para o fogão.
Peguei feijão de corda
Cozinhei para o baião.
Peguei pimenta de cheiro
Ali mesmo no canteiro
Da mulher do seu João.
*
Peguei nata, peguei queijo,
De alho peguei uns dentes.
Peguei nata, peguei queijo,
De alho peguei uns dentes.
Da pimentinha de cheiro,
Já fui tirando as sementes,
E catei logo o arroz,
Organizando depois
Os outros ingredientes.
*
Quando o feijão ficou pronto
Com o arroz misturei
Quando o feijão ficou pronto
Com o arroz misturei
Botei um pouco de sal
Botei mais água e provei.
Com a cebola na mão,
O tomate e o pimentão,
O baião eu temperei.
*
Pra ver se já estava seco
Meti a colher no centro.
Pra ver se já estava seco
Meti a colher no centro.
Peguei o queijo de coalho,
Joguei uns pedaços dentro.
O queijo se derretia
Minha gula aparecia
Com o cheiro do coentro.
*
Após esta maratona
Ficou pronto o meu baião
Comida mais cobiçada
Pras bandas do meu sertão.
Repito: baião-de-dois,
Não é só feijão com arroz,
Tem segredo e tradição!
Texto e foto de Dalinha Catunda
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