
quinta-feira, 28 de julho de 2016
CORDEL DE JATÃO
MINHA FAMÍLIA
PEÇO TODO DIA A DEUS
A DIVINA PROTEÇÃO
PARA AQUELES QUE AMO
COM A FORÇA DO CORAÇÃO
BENÇÃOS A NOSSA SENHORA
ROGO A TODA HORA
PELA FAMÍLIA DE JATÃO
DEVOTO DE PADIM CIÇO
DO FRADE FREI DAMIÃO
SOU CABRA SEM BESTEIRA
DAS QUEBRADAS DO SERTÃO
DETESTO BURGUESIA
MUITO MENOS HIPOCRISIA
DE BURGUÊS FALASTRÃO
NO SERTÃO EU ME CRIEI
SOU UM SIMPLES NORDESTINO
GOSTO DA VIDA NO CAMPO
DESDE O TEMPO DE MENINO
CRIO MINHA FAMÍLIA ASSIM
SEMPRE BEM PERTO DE MIM
OUVINDO O QUE EU ENSINO
ENSINO SEMPRE A VERDADE
E AO PRÓXIMO RESPEITAR
ENSINO QUE PARA JESUS
TEMOS SEMPRE QUE REZAR
MOSTRO QUE A BELEZA
DE NOSSA MÃE NATUREZA
TEMOS QUE PRESERVAR
NÃO SOU MAIS NEM MENOS
QUERO APENAS SER IGUAL
MOSTRANDO A MINHA FAMÍLIA
A IGUALDADE SOCIAL
ENSINANDO-OS A AMAR
DIVIDIR E COMPARTILHAR
DE FORMA IMPARCIAL
O MUNDO LÁ FORA OFERECE
TUDO O QUE VOCÊ QUISER
DROGA, BEBIDA, PROSTITUIÇÃO
JOGO OU UMA BALADA CHUÉ
MAIS PRESTE ATENÇÃO
ENSINAR UMA ORAÇÃO
LÁ FORA NINGUÉM QUER
A NOSSA CASA É
UMA IGREJA FAMILIAR
EM QUALQUER HORA DO DIA
ENSINE SEU FILHO A REZAR
NUNCA DEIXE-O SOZINHO
BOTE-O NO BOM CAMINHO
COMEÇANDO PELO SEU LAR
POR ISSO MEU CAMARADA
LHES DIGO COM VEEMÊNCIA
TENHA PARA SUA FAMÍLIA
ATENÇÃO E PACIÊNCIA
ENSINANDO-OS O BOM CAMINHO
LHES DANDO AMOR E CARINHO
PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA
A VIDA TEM BAIXAS E LADEIRAS
E COMO ÁGUAS PASSAGEIRAS
PASSA SEM PERMANÊNCIA
TEXTO: JATÃO VAQUEIRO
CULTURA NORDESTINA
O CANGAÇO
HOJE (28 DE JULHO DE 2016) COMPLETA SETENTA E OITO ANOS DA MORTE DE LAMPIÃO, MARIA BONITA, NOVE CANGACEIROS E UM SOLDADO VOLANTE, NA GROTA DO ANGICO EM PORTO DA FOLHA/SE (ATUALMENTE PERTENCENTE AO MUNICÍPIO DE POÇO REDONDO/SE).
Por volta das cinco horas da manhã do dia 28 de julho de 1938 o bando cangaceiro é atacado pela Força Policial Volante de Alagoas. O ataque surpresa não proporcionou aos cangaceiros formar um contra ataque organizado. O saldo do confronto foram onze Cangaceiros e um Soldado, mortos.
Entre os mortos estavam; Lampião e sua companheira, Maria Bonita.
Era o fim do maior cangaceiro de todos os tempos. Era o início da derrocada do cangaço.
Há 78 anos...
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)
https://www.facebook.com/ groups/ocangaco

Por volta das cinco horas da manhã do dia 28 de julho de 1938 o bando cangaceiro é atacado pela Força Policial Volante de Alagoas. O ataque surpresa não proporcionou aos cangaceiros formar um contra ataque organizado. O saldo do confronto foram onze Cangaceiros e um Soldado, mortos.
Entre os mortos estavam; Lampião e sua companheira, Maria Bonita.
Era o fim do maior cangaceiro de todos os tempos. Era o início da derrocada do cangaço.
Há 78 anos...
Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador do Grupo)
https://www.facebook.com/
CULTURA NORDESTINA
Espetáculo com Mestre Saúba e seus bonecos articulados de madeira
Conhecido pelos bonecos articulados de madeira, que reproduzem cenas do dia-a-dia do nordestino, Antônio Elias da Silva – o Mestre Saúba, natural de Carpina, zona da mata de Pernambuco, é considerado um dos maiores expoentes do país na arte dos títeres. Autodidata, Saúba soma mais de 40 anos de atuação. Já fez exposições por todo o país e nos EUA. Há bonecos de sua autoria em museus e coleções particulares espalhados pelo Brasil.
CAUSOS DE MUNGUENGUE
Lá, verificou-se que Juca urgentemente teria que ser operado do coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a freira responsável pela tesouraria do hospital que já foi logo falando:
— Caro senhor, sua operação foi bem sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o senhor pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro-saúde?
>Não, Irmã.
— Tem cartão de crédito?
> Não, Irmã.
— Pode pagar em dinheiro?
> Não tenho um tostão, Irmã.
— Em cheque, então?
> Também não, Irmã.
— Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
> Ah… Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão também.
E a freira:
— Desculpe filho!! quero lhe corrigir, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
> Oxente dona! Então tá resolvido, por favor, mande a conta pro meu cunhado!
Culinária Nordestina
Receita de Carneiro guisado ( típico do Rio Grande do Norte)
- 1 kg de carne de carneiro
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 3 dentes de alho amassados
- Sal, colorau, pimenta do reino, cominho a gosto
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 2 cebolas picadas
- 2 pimentões picados
- 3 tomates picados
- 4 batatas inglesas
- Cheiro verde e pimenta de cheiro a gosto
- Modo de preparo
- Tempere o carneiro cortado em pedaços.
- Com um pouco de óleo, os alhos amassados, o sal, a pimenta do reino, o colorau e o cominho.
- Deixe tomar gosto por meia hora.
- Numa panela, aqueça o restante do óleo e doure as cebolas.
- Acrescente os pimentões e, a seguir, os tomates e as pimentas de cheiro.
- Refogue, colocando depois a carne já temperada, em pedaços, e água até cobrir.
- Deixe ferver bem, cozinhando até a carne ficar macia e o molho tomar consistência.
- Acrescente as batatas cortadas ao meio.
- Se a quantidade de liquido não for suficiente, vá pingando água quente até que a carne fique totalmente macia.
- Coloque o cheiro verde e retire do fogo, servindo em seguida.
CULTURA NORDESTINA
MAIS CAUSOS DE SEU LUNGA
"Seu Lunga resolve andar um pouco e sai com seu chapéu grande e antigo. Durante sua caminhada ele resolve coçar a cabeça sem tirar o chapéu, então uma conhecida dele pergunta:
-Oxe seu Lunga, num tira o chapéu pra coçar o cabelo não é?
Seu Lunga então responde: -E a senhorita tira a calcinha pra coçar o tabaco?"
"Seu Lunga tava cortando uns limões, quando passa sua mulher e pergunta:
-Esse limão é pra fazer suco?
-Não, é pra eu usar de colírio!"
"Seu Lunga estava num restaurante tomando sopa quando perguntam pra ele:
-Tomando sopa em Seu Lunga?
E seu Lunga responde levantando o prato de sopa e derramando em cima dele mesmo -Não, To tomando banho!!!!!!"
-Oxe seu Lunga, num tira o chapéu pra coçar o cabelo não é?
Seu Lunga então responde: -E a senhorita tira a calcinha pra coçar o tabaco?"
"Seu Lunga tava cortando uns limões, quando passa sua mulher e pergunta:
-Esse limão é pra fazer suco?
-Não, é pra eu usar de colírio!"
"Seu Lunga estava num restaurante tomando sopa quando perguntam pra ele:
-Tomando sopa em Seu Lunga?
E seu Lunga responde levantando o prato de sopa e derramando em cima dele mesmo -Não, To tomando banho!!!!!!"
quarta-feira, 20 de julho de 2016
CORDEL DE JATÃO
AGRICULTOR NORDESTINO
Os agricultores Umarizalenses não estão tendo a mínima atenção dos governantes do nosso município a várias gestões. Agricultor não precisa de esmolas de gestor nenhum e sim de ação governamental. Após as boas chuvas caídas em nosso município, os poucos agricultores que realizaram algum plantio, cortaram suas terras com campinadeiras ou pagando do seu próprio bolço o corte com os tratores.
Falo ainda, das estradas vicinais, que por cada agricultor hoje é uma realidade enfrentada do descaso dos buracos sem fim, passagens molhadas danificadas, velhas ou até mesmo sem fazer, que impedem o transporte do agricultor rural e até mesmo das crianças e jovens que precisam estudar.
Alegro-me nessa hora
Pode apostar meu senhor
Pois vou falar da vida
De um trabalhador
Peço a nossa senhora
Inspiração nessa hora
Pra falar do agricultor
Homem simples do sertão
Que com inchada na mão
Dispensa diploma de doutor
Precisamos de arquiteto
Médico, juiz e advogado
Dentista, engenheiro
Todos eles bem formado
Ao menos na vida uma vez
Duas, ou até mais de três
Se o caso for complicado
Mais já do agricultor
Sejamos reconhecedor
Precisamos até no feriado
De noite ou de dia
Na seca ou invernada
Para o agricultor
Não tem data marcada
Ele planta o feijão
Que vai ser a refeição
Na mesa do povo botada
Se o cabra for doutor
Juiz de direito ou promotor
Precisa da roça plantada
Três vezes por dia
Precisamos do agricultor
Café , almoço e janta
Vem do roçado desse senhor
Com calos aberto na mão
E pés descalços no chão
Do campo é um lavrador
Vivendo da agricultura
Pode não ter cultura
Mais na roça tem valor
Pode não ter na sociedade
Que só dão valor a barão
Nela pequeno agricultor
Não vale mais do que tostão
Mais não é bem assim
Camponês tem valor sim
Aqui quem diz é Jatão
Pode engravatado do poder
Do sertanejo não querer saber
Mais dele precisa do pão
Não falo mal dos doutores
Daqueles que tem cultura
Só peço também respeito
A quem vive da agricultura
Plantando milho e feijão
Botando na mesa o pão
Da família com fartura
Só deixando de plantar
Quando um dia Deus tirar
Descendo ele a sepultura
Nesses dias agora
Prefeitos e vereadores
Andam na casa de todos
Vou ficando por aqui
Despeço-me meu camarada
Mais quero lembrar a você
Que no sertão faço morada
Sou o radialista Jatão
Um locutor pesadão
De toda madrugada
Defendo sempre o agricultor
Sem diploma de doutor
E não tenho medo de nada
Texto: Jatão Vaqueiro
Pode apostar meu senhor
Pois vou falar da vida
De um trabalhador
Peço a nossa senhora
Inspiração nessa hora
Pra falar do agricultor
Homem simples do sertão
Que com inchada na mão
Dispensa diploma de doutor
Precisamos de arquiteto
Médico, juiz e advogado
Dentista, engenheiro
Todos eles bem formado
Ao menos na vida uma vez
Duas, ou até mais de três
Se o caso for complicado
Mais já do agricultor
Sejamos reconhecedor
Precisamos até no feriado
De noite ou de dia
Na seca ou invernada
Para o agricultor
Não tem data marcada
Ele planta o feijão
Que vai ser a refeição
Na mesa do povo botada
Se o cabra for doutor
Juiz de direito ou promotor
Precisa da roça plantada
Três vezes por dia
Precisamos do agricultor
Café , almoço e janta
Vem do roçado desse senhor
Com calos aberto na mão
E pés descalços no chão
Do campo é um lavrador
Vivendo da agricultura
Pode não ter cultura
Mais na roça tem valor
Pode não ter na sociedade
Que só dão valor a barão
Nela pequeno agricultor
Não vale mais do que tostão
Mais não é bem assim
Camponês tem valor sim
Aqui quem diz é Jatão
Pode engravatado do poder
Do sertanejo não querer saber
Mais dele precisa do pão
Não falo mal dos doutores
Daqueles que tem cultura
Só peço também respeito
A quem vive da agricultura
Plantando milho e feijão
Botando na mesa o pão
Da família com fartura
Só deixando de plantar
Quando um dia Deus tirar
Descendo ele a sepultura
Nesses dias agora
Prefeitos e vereadores
Andam na casa de todos
Vão até aos agricultores
Prometendo a terra cortar
Assim que o inverno começar
Que vai mandar os tratores
Mais não é isso que acontece
Se você lembra, não esquece
Não houve corte para agricultores
Vou ficando por aqui
Despeço-me meu camarada
Mais quero lembrar a você
Que no sertão faço morada
Sou o radialista Jatão
Um locutor pesadão
De toda madrugada
Defendo sempre o agricultor
Sem diploma de doutor
E não tenho medo de nada
Texto: Jatão Vaqueiro
segunda-feira, 18 de julho de 2016
MAIS NÉ NÃO PADIM!
PROMESSAS E ABANDONOS EM UMARIZAL

Valei-me padrinho Ciço
Me chegue Frei Damião
Coloque nos meus miolos
A devida inspiração
Pra falar do descaso
Que não é por acaso
Aqui na antiga Gavião
Cidade onde moro
Hoje chamada Umarizal
Que está sendo esquecida
Pelo poder governamental
Não queremos ser melhor
Nem muito menos pior
Apenas considerada igual
Igual a todas as outras
Cidades do oeste potiguar
Com problemas e anseios
Que possam demandar
Ao governo estadual
Uma visita municipal
Aqui em nosso lugar
Já tem, e ainda mais terá
Obras abandonadas
Pela ação gonvernamental
Precisando ser recuperadas
Todas já em destruição
Em total condenação
Pelas épocas passadas
DO CSU começo falar
Caiu todo por terra
Vendo hoje aquele lugar
Parece que estamos na guerra
Um verdadeiro desrespeito
De quem por nós foi eleito
E hoje só nos ferra
Temos uma Usina de Leite
A pouco tempo construída
Ainda sem funcionar
Será também destruída
Por falta da atenção
De um governo sem noção
Com atuação não assistida
DO CSU começo falar
Caiu todo por terra
Vendo hoje aquele lugar
Parece que estamos na guerra
Um verdadeiro desrespeito
De quem por nós foi eleito
E hoje só nos ferra
Temos uma Usina de Leite
A pouco tempo construída
Ainda sem funcionar
Será também destruída
Por falta da atenção
De um governo sem noção
Com atuação não assistida
Uma praça cheia de poste
Tem ali na rua do pastelão
Dinheiro que foi gasto
Numa obra de ficção
Onde o dinheiro foi parar?
Não foi pra iluminar!
Lá só tem escuridão
Ninguém sabe o porque
Centros de saúde fechados
Por falta de recursos
Projetos estão parados
Mas o povo que saber
Se o dinheiro vai aparecer
E os centros serem terminados?
E ainda fazem promessas
Agora que tem eleição
Prometerão um estádio
Uma central do cidadão
IFRN, UERN e INSS
Como se o povo não soubesse
Quem é essa corja de falastrão
Também um Abatedouro
Aqui foi prometido
Em campanha eleitoral
O povo pode ter esquecido
Mais eu não esqueço não
Sempre em época de eleição
O eleitor é muito favorecido
Mais quando passa a danada
O político não lembra de nada
E só vive escondido
Aqui foi prometido
Em campanha eleitoral
O povo pode ter esquecido
Mais eu não esqueço não
Sempre em época de eleição
O eleitor é muito favorecido
Mais quando passa a danada
O político não lembra de nada
E só vive escondido
Por isso meu camarada
Aqui quem diz é JATÃO
Candidato para ser votado
Nessa próxima eleição
Comigo vai ter é Zéééééé
Voto em quem eu quiser
Só não voto em falastrão
Que promete o mundo e o fundo
Até uma burra a Raimundo
Querendo o voto do povão
Texto: Jatão Vaqueiro
USINA DE LEITE
ABATEDOURO
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