sexta-feira, 21 de junho de 2013

TRIO BOM DEMAIS DE FORRÓ

OS MOLEQUES DO FORRÓ EM SERRINHA DOS PINTOS/RN

Na manhã de quinta-feira, 20/06, estiveram se apresentando no Mercado Público de Serrinha dos Pintos, o trio forrozeiro vindo da cidade de Olho D'água dos Borges, Os Moleques do Forró. O grupo apresentou-se, nesta cidade, por intermédio do empresário Marcos da Verdura. Os meninos mostraram seu talento durante a feira nesta manhã de quinta. Quem ali esteve presente agradou-se do que viu. "As crianças são realmente talentosas. Levam jeito pra coisa. Mas é preciso que os empresários do mundo da música as abrace, visto que são garotos humildes e que precisam de ajuda para seguirem carreira e assim poderem ter um futuro melhor", disse o cantor e compositor Vanderlei Silva (Wanderlei dos Teclados), que apreciava a apresentação.
 
O tutor dos meninos afirmou que eles tem cantado em algumas cidades do Rio Grande do Norte e também da Paraíba e que o objetivo do grupo, agora, é conseguir capital para comprarem uma sanfona, pois a que eles dispões, devido ao desgaste do tempo e do uso, já não lhes dá o resultado desejado. Para tanto, por onde quer que eles se apresentem a população pode contribuir com a doação de fundos ou através da contratação dos Moleques do Forró, pelos telefones:(84) 9834-3216 ou 9915-8121.





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quarta-feira, 19 de junho de 2013

NOTÍCIAS

Até o final do ano agricultores poderão contratar créditos para aliviar prejuízos da seca  
A decisão do Conselho Monetário Nacional vai beneficiar os produtores atingidos pela estiagem do Nordeste. Produtores rurais e agricultores familiares afetados pela estiagem na área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) têm até 31 de dezembro deste ano para contratar as linhas especiais de crédito com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).
O Conselho também autorizou a composição de débitos com prestações a serem pagas entre 2012 e 2014. A medida foi autorizada com objetivo de diminuir as dificuldades enfrentadas pelos produtores da região e minimizar os prejuízos sofridos por famílias atingidas pela estiagem. 
da redação do Nordeste Rural 

MAIS CAUSOS DE SEU LUNGA

Seu Lunga estava na sua casa com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta:
- No copo, Seu Lunga?
E seu Lunga responde:
- Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!
O funcionário do banco veio avisar:
- Seu Lunga, a promissória venceu.
- Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória..
Seu Lunga entrando em uma agropecuária.
-Tem veneno pra rato?
-Tem! Vai levar? – Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! – responde seu Lunga.

Em Major Sales, RN, II Festival de Cultura Popular do Alto Oeste Potiguar

Major Sales-RN: Vem ai o II festival de Cultura do Alto Oeste Potiguar, que será realizado na cidade de Major Sales/RN, nos dias 24 e 25 de junho no Centro Cultural e Praça de Eventos respectivamente.

A apresentação está dentro da programação de Emancipação Política do Município de Major Sales/RN. Na oportunidade haverá apresentações de grupos culturais, entre tantas outras apresentações.
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A CULPA É DO POVO

Política é coisa séria
Só o político não vê
Mas o culpado é o povo
Que nunca sabe escolher
E o político que é esperto
Cada vez chega mais perto
Tentando nos convencer

As promessas dos políticos
Tem sentido eleitoreiro
Ser eleito é a certeza
De embolsar muito dinheiro
E por tanto vão a luta
Concorrem a qualquer disputa
Brigam até com o companheiro

E depois das eleições
Com o resultado consumado
Vem as comemorações
E já nos deixa de lado
Se afasta do nosso convívio
Sente um tremendo alívio
Não quer ser incomodado

Começa a se preocupar
Com a vida daqui pra frente
Pois agora é autoridade
E tudo vai ser diferente
As promessas são esquecidas
Agora começa outra vida
Ajudar só os parentes

A parte melhor chega agora
Que é criar novos projetos
Que com certeza vão fazer
Os eleitores de objetos
Cria leis pensando nele
Projetos que favorecem ele
Pro povo ficam os protestos

Todo projeto aprovado
Tem um sentido comum
Prejudicar quem o elege
Em benefício de cada um
E é por isso que digo
Nosso País sofrido
Não vai a lugar nenhum


É isso aí meu povo
Ainda tem muito a comentar
Mas vou parando por aqui
Se não vou me desgastar
fica um pedido de coração
Que na próxima eleição
Escolha bem em quem vai votar.


Fragmentos do cordel de:
Lucio Salume

terça-feira, 18 de junho de 2013

Piadas de Caipira

Seu Sebastião está saindo de sua casa em Munguengue com uma mala e cruza com seu vizinho Adolfo, que pergunta:
— Onde você vai com essa mala, Bastião?

--Oxente Adolfo, me cansei da minha sogra! Pra você ter uma idéia, só hoje a véia me xingou de vagabundo, inútil, preguiçoso, cachaceiro, cretino, fracassado... Ai eu cansei, num sabe compadre!

— Foi mesmo Bastião? Que velha folgada essa sua sogra! Eu fico louco com essas coisas! Se fosse minha sogra... a vontade que eu tinha era de matar, cortar em pedacinhos e jogar no rio!
 
-- Mais menino seu Adolfo! E o que você acha que eu vou levando aqui dentro dessa mala?

O MENINO DOS PÉS SUJOS.

Vejam amigos leitores
Que caso mais comovente
Que nos ajuda a pensar
De maneira diferente
Quando não damos afeto
Ao irmão que está por perto
fazendo dele um ausente.

O que passo a contar
Passa com nós também
É o caso de um menino
Que era só sem ninguém
Não tinha teto nem ninho
Foi assim que entrou sozinho
Em uma estação de trem.

Não sem bem a sua idade
Nem quantos anos contava
Por ser assim tão franzino
O seu corpo enganava
Quem lhe via dava dó
Pois parecia menor
Do que a idade mostrava.

Quando o trem deu partida
Correndo por sobre o trilho
Uma senhora olhou
Para o pequeno andarilho
Que junto dela sentava
Ao ponto de quem olhava
Achava ser mãe e filho.

E a viagem seguiu
O vagão foi lotando
Os passageiros espremidos
Com o espaço faltando
E o menino do trem
Se apertava também
Com a mulher lhe olhando.

Por ser assim tão pequeno
Não chamava a atenção
Com o trem seguindo em frente
De estação em estação
Ele ouvindo os burburinhos
Balançando os pezinhos
Sem alcança-los no chão.

Entre uma estação e outra
Ele ia distraído
Balançando os seus pés
Sem nada ter percebido
Que a mulher reclamava
Porque o menino sujava
A barra do seu vestido.

A mulher franziu a testa
Pra o inocente do trem
E disse, você não tá vendo
Que com esse vai e vem
Os seus pés sujos de barro
No balançar desse carro
Tá me sujando também?

No meu tempo não era assim
Os meninos eram educados
Aonde está a sua mãe
Que não lhe dá uns tratados
Que absurdo tamanho
Mande ela lhe dar banho
E lhe bote uns calçados.

Foi nessa hora de angústia
Que a criança respondeu
Meus pés vivem descalços
Pisando pedra e breu
Neste destino tacanho
Não tenho quem me der banho
A minha mãe já morreu.

E o meu pai foi embora
Por esse mundo bebendo
Se esquecendo de mim
Eu vivo assim padecendo
Mais não lhe acho um louco
Sei que de pouco a pouco
Ele também tá morrendo.

E eu fiquei como estou
Padecendo nesse drama
Sem comida e sem teto
Sem coberta e sem cama
Não tenho quem me der trato
Vivo assim sem ter sapato
Pisando em pedra e lama.

Mais se a senhora quiser
No fim dessa estação
Me leve na sua casa
Me sirva água e sabão
Que fico comprometido
De lavar o seu vestido
Por um pedaço de pão.

Depois deixo a sua casa
Não lhe cobro um vintém
Com os pés sujos de barro
Vou embora em outro trem
Com isso vou me lembrar
Que nunca mais vou sujar
O vestido de ninguém.

A conversa ficou em silêncio
Dentro do vagão inteiro
Se ouvia um canto triste
De um pássaro sem paradeiro
E sem ter galho pra dormir
Assim todos pararam para ouvir
O pequeno passageiro.

A mulher ali sentiu
Na sua alma desgosto
Por ter sido intolerante
Com o menino disposto
Que lhe tirou o pesar
Mudando o seu pensar
Com lágrimas vindas no rosto.

Então triste e comovida
Tomou o guri pela mão
Lhe oferecendo um lar
Com coberta cama e pão
Foi essa a lição que a vida
Deixou a mulher vencida
Pele afeto e compaixão.

Muitas vezes nós também
Sentimos essa verdade
Sofrendo nas estações
Do desprezo e da maldade
Com os pés sujos do preconceito
Precisamos é ouvir direito
A boa voz da caridade.

Ebenézer Lopes

NOTÍCIAS

Líder da quadrilha que sequestrou Porcino (Empresário do PORCINO PARK CENTER) era do bando de Valdetário

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte está à procura do homem que seria o líder da quadrilha que sequestrou o empresário Fabinho Porcino. JOSÉ WILSON TRAJANO DE FREITAS tem mandado de prisão em aberto e é considerado um criminoso de alta periculosidade. Ele, inclusive, é remanescente da quadrilha de Valdetário Carneiro.

De acordo com a delegada Sheila Freitas, titular da Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), José Wilson também é acusado de vários homicídios e já teve preso em presídio federal. Ele havia ganhado liberdade no último mês de abril e, ao que indica as investigações, articulou todo o sequestro de Fabinho Porcino.

“O José Wilson, inclusive, há aproximadamente oito anos, participou do sequestro de um empresário no Ceará, em que a vítima foi liberada no Rio Grande do Norte. Ele é de Limoeiro do Norte e fazia parte do bando de Valdetário, tendo participado até mesmo de chacinas”, detalha a delegada Sheila Freitas.
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NOTÍCIAS

Das 12 mil toneladas do milho doado pelo Governo Dilma para o Estado, apenas 1.253.400 quilos chegaram

Das 12 mil toneladas do milho doado pelo Governo Federal para o Rio Grande do Norte, apenas 1.253.400 quilos chegaram ao estado depois que o Ministério da Agricultura desistiu de mandar a carga pelo Porto de Natal por não encontrar armadores interessados em licitações que deram desertas. Em consequência, a Companhia Docas do RN, que investiu mais de R$ 330 mil na compra de armazém inflável para acolher o milho, espera melhor uso para o dinheiro gasto.
 
O produto será entregue diretamente nos armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento entre 5 a 2 de julho. “Estamos dentro do prazo”, disse nesta segunda feira João Maria Lúcio, superintendente da Conab no RN. Do total de milho esperado, mil toneladas serão direcionadas para Assu; mil toneladas para Caicó; 2.500 toneladas para Currais Novos; mil toneladas pata João Câmara; duas mil toneladas para Mossoró; 3 mil toneladas para Natal e 1.500 toneladas para Umarizal.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Piadas de Caipira

Histórias de cornosAristides vaqueiro mora em Munguengue e trabalha no sítio trapiá. Muito trabalhador, certo dia, tendo terminado a luta do gado chega em casa um pouco mais cedo e pega a mulher na cama com outro.
Furioso, pega uma bate-buxa, encosta na cabeça do sujeito, é quando o cabra aperreado fala:
— Por favor, seu Aristides. Eu não tive culpa nenhuma! Eu sou apenas um mendigo e a sua mulher levou muito a sério o que eu lhe disse.
--Oxente cabra... E o que foi que você disse a ela?
— Eu só disse "Dona Carola, a senhora poderia me dar alguma coisa que seu marido não usa mais?"