
quarta-feira, 7 de maio de 2014
NOTÍCIAS
Expofruit 2014 será lançada
Os detalhes da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit) serão apresentados hoje dia 7, às 19 horas, no auditório do Sebrae-Mossoró. A feira, que este ano terá como tema “Venha conhecer o precioso sabor da nossa região”, será realizada de 24 a 26 de setembro, no Expocenter da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), em Mossoró.
A 17ª edição do evento trará algumas novidades, como a homenagem a um país importador de frutas brasileiras. Os Estados Unidos, com mercado importador em crescimento e considerado essencial para os fruticultores, é o escolhido. Outra novidade é a parceria firmada com o Rally do Melão, nos dias 6 e 7 de junho.
Expozebu
Começou em Uberaba/MG, a 80ª edição da maior feira pecuária da raça zebuína do mundo, a Expozebu 2014. A ExpoZebu 80 anos vai até o próximo sábado, 10 de maio, no Parque Fernando Costa, em Uberaba/MG. Os leilões da exposição até a noite da quinta-feira (1º), somavam um faturamento de R$ 2,514 milhões, com a venda de 201 lotes e média por lote de R$ 12.509,77.
GOVERNO AMPLIA PAGAMENTO DO BOLSA ESTIAGEM ATÉ DEZEMBRO

O Governo Federal ampliou o pagamento do Bolsa Estiagem de maio a dezembro de 2014 para reforçar a assistência à população do semiárido. A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (6). O benefício de R$ 80 mensais é pago a agricultores familiares que vivem em municípios em situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo governo federal.

De 16 a 18 de maio acontecerá em Caicó a Exposição Agropecuária do Seridó, com leilão e Exposição Nacional da Raça Boer.
Vacinação começou

A vacinação contra febre aftosa começou na última quinta-feira (1º) e vai até 31 de maio, com previsão de imunizar 166 milhões de bovinos e bubalinos de 21 estados brasileiros incluindo o RN. A campanha é fundamental para manter as zonas livres com vacinação e prevenir a reintrodução da doença no território nacional. O produtor deve apresentar a relação dos animais vacinados e a nota fiscal da vacina nos escritórios do serviço veterinário oficial.
Tecnologia (Troca de Experiências)
O presidente da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Manoel Antônio de Almeida Duré, visitou a Emparn Caicó, acompanhado do Chefe da Estação da EMEPA, de Pendências-PB, o Eng. Agrônomo, Leonardo Medeiros. Fora recebidos pelos Gerentes da Emparn de Cruzeta e Caicó. A Emepa está reconstituindo o seu plantel de bovinos Pardo Suíços, e para tanto está supervisionando alguns animais originários de seu antigo plantel. Em Caicó tem 5 animais machos a serem reintegrados. Em Cruzeta 01 fêmea. Também visitou o Sistema de Produção de Aves Caipiras e adquiriu alguns animais para criação e avaliação do desempenho.
terça-feira, 6 de maio de 2014
NOTÍCIAS
Importante liberação de recursos do PAC 2 para obras de abastecimento rural no RN
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, participou nesta terça-feira (6) da cerimônia de contratação da 3ª etapa das ações de saneamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 para municípios com até 50 mil habitantes. No Rio Grande do Norte, serão beneficiados 22 municípios com mais de R$ 81 milhões para obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Ele considera os recursos importantes, pois vão contribuir para melhorar a vida de milhares de famílias em várias regiões do estado. Henrique Alves também agradeceu a sensibilidade da presidente Dilma Rousseff em atender os pedidos do Rio Grande do Norte e incluir os municípios potiguares nesta etapa do programa.
Na área de abastecimento de água, serão beneficiadas as seguintes cidades:
- Frutuoso Gomes R$ (2.147.120,00);
- Olho d´Água dos Borges (R$ 3 milhões);
- Pendências (R$ 3.695.000,00);
- Rio do Fogo (R$ 1.953.060.00);
- São João do Sabugi (R$ 1.132.120,00);
- São Miguel (R$ 9.030.820,00);
- São Miguel do Gostoso (RS 5.197.930,00);
- Serra Negra do Norte (R$ 6.826.132,00);
- Serrinha (R$ 2.445,750,00);
- Timbaúba dos Batistas (R$1.030.920,00).
Ele considera os recursos importantes, pois vão contribuir para melhorar a vida de milhares de famílias em várias regiões do estado. Henrique Alves também agradeceu a sensibilidade da presidente Dilma Rousseff em atender os pedidos do Rio Grande do Norte e incluir os municípios potiguares nesta etapa do programa.
- Frutuoso Gomes R$ (2.147.120,00);
- Olho d´Água dos Borges (R$ 3 milhões);
- Pendências (R$ 3.695.000,00);
- Rio do Fogo (R$ 1.953.060.00);
- São João do Sabugi (R$ 1.132.120,00);
- São Miguel (R$ 9.030.820,00);
- São Miguel do Gostoso (RS 5.197.930,00);
- Serra Negra do Norte (R$ 6.826.132,00);
- Serrinha (R$ 2.445,750,00);
- Timbaúba dos Batistas (R$1.030.920,00).
NOTÍCIAS
Mudanças no Atlântico animam meteorologistas
Maio é o mês do “agora ou nunca” no interior do estado – principalmente para as regiões central e oeste. As previsões mais recentes da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), apresentadas ontem em reunião do Comitê de Combate à Seca, apontam que este mês é decisivo quanto à chegada de precipitações “normais”. A expectativa ainda é positiva, apesar de, segundo o último levantamento pluviométrico da Emparn apontar que pelo menos 95 municípios do Estado ainda estão em situação “muito seco” e outros 36 “seco”.
Gilmar lembra que chuvas de maio não vão modificar nível dos reservatórios de água no interior
Apesar de ter chovido mais de 400 milímetros em pelo menos 50 municípios do Estado, a situação ainda é preocupante, principalmente quanto ao abastecimento de água para o consumo humano. “Se não tivermos boas chuvas até meados de maio, não teremos em junho e julho. O que pode acontecer acontecerá agora”, prevê o meteorologista-chefe da Emparn, Gilmar Bistrot. “Todos sabemos que o primeiro semestre é da produção, e a água já está garantida. Vemos o pasto verdinho. Mas o segundo semestre é para o consumo, principalmente para os grandes reservatórios”, acrescentou.
Entretanto, de acordo com Bistrot, a possibilidade é que as chuvas realmente cheguem a partir da segunda metade de maio – principalmente no Alto Oeste potiguar – ocasionado “janela de chuvas” que chegou ao RN no final de abril. O fenômeno, é ocasionado por uma oscilação 30-60 dias – uma propagação de uma onda atmosférica ao longo do globo terrestre e em torno do Equador, formando nuvens que chegam até o nordeste brasileiro. “Tivemos uma janela que recuperou abril já no fim, principalmente na região de Mossoró e no Seridó”, comentou Bistrot.
Tribunadonorte.com.br
Apesar de ter chovido mais de 400 milímetros em pelo menos 50 municípios do Estado, a situação ainda é preocupante, principalmente quanto ao abastecimento de água para o consumo humano. “Se não tivermos boas chuvas até meados de maio, não teremos em junho e julho. O que pode acontecer acontecerá agora”, prevê o meteorologista-chefe da Emparn, Gilmar Bistrot. “Todos sabemos que o primeiro semestre é da produção, e a água já está garantida. Vemos o pasto verdinho. Mas o segundo semestre é para o consumo, principalmente para os grandes reservatórios”, acrescentou.

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NOTÍCIAS
MST ocupa BR-405 no município de Apodi/RN.
Os camponeses que estão acampados há vários meses na Chapada do Apodi e denunciam os absurdos do “Projeto da Morte” assim denominado pelo agricultores, pedem agilidade do governo federal para que seja realizada a vistoria da área onde eles ocupam.
Os agricultores, juntamente com o Movimento dos Sem Terra (MST), e várias organizações da sociedade civil estão se organizando na luta de resistência contra a tomada da chapada do Apodi. A luta em defesa da Chapada do Apodi se tornou uma luta nacional de todos aqueles e aquelas que defendem a dignidade das comunidades camponesas. Essa força é expressa inteiramente pelo clamor dos agricultores: Lutar, lutar, lutar e resistir. Lutar e resistir pela Chapada do Apodi!
Durante toda a manhã o trânsito foi bloqueado pelos trabalhadores.
Na manhã de hoje (06) centenas de agricultores sem terras que estão acampados a margem da BR-405, mais precisamente no km 69, paralisaram o trânsito na rodovia numa forma de reivindicar ações pertinentes para os trabalhadores que ocupam a área do Perímetro Irrigado Santa Cruz do Apodi.
Os camponeses que estão acampados há vários meses na Chapada do Apodi e denunciam os absurdos do “Projeto da Morte” assim denominado pelo agricultores, pedem agilidade do governo federal para que seja realizada a vistoria da área onde eles ocupam.
Os agricultores, juntamente com o Movimento dos Sem Terra (MST), e várias organizações da sociedade civil estão se organizando na luta de resistência contra a tomada da chapada do Apodi. A luta em defesa da Chapada do Apodi se tornou uma luta nacional de todos aqueles e aquelas que defendem a dignidade das comunidades camponesas. Essa força é expressa inteiramente pelo clamor dos agricultores: Lutar, lutar, lutar e resistir. Lutar e resistir pela Chapada do Apodi!
Durante toda a manhã o trânsito foi bloqueado pelos trabalhadores.
Fotos: Davi Lopes
http://noticiasdocamposttr.blogspot.com.br/
CRIAS DE JATÃO NO FORRÓ E VAQUEJADA ESTARÃO NA BAND NATAL
Três meninos no forró
Eles são de Olho d’água dos Borges, terra de Dorgival Dantas.
Fizeram brinquedo da Zabumba, Sanfona e do Triângulo. Quando começaram a tocar, parecia gente grande.
Nome: Moleques do forró.
Empresário: O pai.
Telefone: Sábado no Programa Valeu o boi da Band.
Futuro: Sucesso.
Tocaram sem cerimônia na abertura da Cavalgada de Messias Targino.
http://www.portalvaleuoboi.com.br/
O JUMENTO É NOSSO IRMÃO
Jumentos são abandonados nas estradas do Rio Grande do Norte

O jumento está causando polêmica no Rio Grande do Norte. Por causa da grande quantidade de animais abandonados nas estradas tem gente sugerindo abater os animais soltos para consumir a carne. O Globo Rural foi ver quem está defendendo essa ideia e conferir se realmente o jumento perdeu a serventia no sertão.
Há quem veja exagero nas palavras de Luiz Gonzaga: “O jumento é nosso irmão”, mas há quem confirme que sem jumento, não haveria Brasil. “Eu sou sozinho e a companhia que eu tenho é esse jumento. Para a agricultura, pra juntar meus animais, carregar comida daqui pra casa, levar água de lá pra cá”, afirma o criador, conhecido como Neto das Cabras.

Babau, gangão, fofachão, jegue... Pode até ter nome engraçado, mas tem fama de sagrado. “Todo jumento nordestino tem a chamada listra de burro ou faixa crucial, que é uma característica da própria espécie. Comenta-se que a família sagrada, fugindo de Herodes, teria deslocado Nossa Senhora montada no jumento com o menino Jesus no colo, e ele teria feito xixi e teria ficado essa marca no jumento como agradecimento”, explica o zootecnista Fernando Vianna
saiba mais

A música gravada pelo rei do baião na década de 1970, época em que o jumento era a própria tradução do modo de viver do nordestino. Uma fase anterior à chegada das motos no campo. Cenário que alguns pequenos produtores rurais ainda preservam.
No município de Sítio Novo, no Rio Grande do Norte, conhecemos Paulo da Silva. Naquele dia, ele reclamava que o animal andava meio sem serviço, porque não chovia há muito tempo. A terra já está pronta para o plantio e o trabalho do jumento é fazer o que eles chamam de limpa de campinadeira.

“Estou preparando para plantar milho e feijão, mas estamos esperando chover pra molhar a terra. Tô esperando pra usar ele. Nunca faltou jumento, mas agora só tem um. Meu pai tinha oito, mas pra que criar tropa de jumento sem ter serviço pra ele”, diz Paulo.
Em um assentamento às margens da rodovia que liga Natal a Mossoró vive Neto das Cabras, criador há 19 anos. Ele tem dois jumentos que se revezam na lida. Só assim ele consegue sozinho dar conta do lote de 14 hectares de terra. “Se eu passar sozinho a enxada, eu levo um mês. Com eles eu faço em quatro dias”, afirma.
Para manter esses animais, o custo é baixo. “Eles só comem o restante que os animais deixam e ainda são gordinhos. Com outro animal seria bem mais caro pra manter. E além do mais, ele não fica perdido. Não tem noite, não tem chuva, não tem nada que faça ele perder o caminho. Ele volta”, diz Neto.

Severino Lourenço Filho tem uma explicação simples para manter o jumento em algumas tarefas. “A moto não vai entrar dentro daquela mata. Isso aqui não fura pneu. O casco dela não fura por nada”, explica.
O casco duro, a baixa estatura, as orelhas sempre atentas. O jumento, também chamado de jegue ou asno é da família dos asininos. Parente do cavalo, muitas vezes é confundido com o burro e a mula - animais estéreis resultantes do cruzamento de égua com jumento.

A raça mais conhecida de jumentos no Brasil é a do jumento pêga, mas estamos falando do jumento nordestino, que corresponde a 90% do rebanho do país. Segundo o IBGE, a população deste animal está em torno de 812 mil animais. No Brasil inteiro são 900 mil jumentos.
O rincho, barulho característico emitido pelo jumento, é mais uma marca registrada do animal. Dizem que ele faz isso de hora em hora.

O zootecnista Fernando Vianna, que estuda a história do jegue há mais de 30 anos, explica algumas das características do típico animal nordestino. “Se busca um animal que tenha uma garupa mais levantada, porque isso ajuda a fazer melhor o transporte da carga que ele está conduzindo. Existe referência de que é o animal que tem capacidade de carregar uma carga superior ao seu próprio peso. Um jumento desse pesa em torno de 130, 140 quilos. Tranquilamente ele carrega no lombo uma carga nessa faixa de 130, 150 quilos. E carrega em solos de areia, que atolam. Ele carrega cargas imensas de capim que não se vê nem o jumento, ele fica totalmente coberto pela carga, mas ele consegue fazer isso”, explica.
Com tanta tradição, é difícil entender porque o jumento virou um problema no sertão. “Grande parte desses animais não têm dono. Nasceram nas estradas vicinais, estradas estaduais, e que não têm dono. E isso faz com que hoje se crie esse estado de celeuma a ponto de acontecer o que está se falando agora em intensificar o abate”, diz Vianna.
Do Globo Rural
O jumento está causando polêmica no Rio Grande do Norte. Por causa da grande quantidade de animais abandonados nas estradas tem gente sugerindo abater os animais soltos para consumir a carne. O Globo Rural foi ver quem está defendendo essa ideia e conferir se realmente o jumento perdeu a serventia no sertão.
Há quem veja exagero nas palavras de Luiz Gonzaga: “O jumento é nosso irmão”, mas há quem confirme que sem jumento, não haveria Brasil. “Eu sou sozinho e a companhia que eu tenho é esse jumento. Para a agricultura, pra juntar meus animais, carregar comida daqui pra casa, levar água de lá pra cá”, afirma o criador, conhecido como Neto das Cabras.
Babau, gangão, fofachão, jegue... Pode até ter nome engraçado, mas tem fama de sagrado. “Todo jumento nordestino tem a chamada listra de burro ou faixa crucial, que é uma característica da própria espécie. Comenta-se que a família sagrada, fugindo de Herodes, teria deslocado Nossa Senhora montada no jumento com o menino Jesus no colo, e ele teria feito xixi e teria ficado essa marca no jumento como agradecimento”, explica o zootecnista Fernando Vianna
saiba mais
A música gravada pelo rei do baião na década de 1970, época em que o jumento era a própria tradução do modo de viver do nordestino. Uma fase anterior à chegada das motos no campo. Cenário que alguns pequenos produtores rurais ainda preservam.
No município de Sítio Novo, no Rio Grande do Norte, conhecemos Paulo da Silva. Naquele dia, ele reclamava que o animal andava meio sem serviço, porque não chovia há muito tempo. A terra já está pronta para o plantio e o trabalho do jumento é fazer o que eles chamam de limpa de campinadeira.
“Estou preparando para plantar milho e feijão, mas estamos esperando chover pra molhar a terra. Tô esperando pra usar ele. Nunca faltou jumento, mas agora só tem um. Meu pai tinha oito, mas pra que criar tropa de jumento sem ter serviço pra ele”, diz Paulo.
Em um assentamento às margens da rodovia que liga Natal a Mossoró vive Neto das Cabras, criador há 19 anos. Ele tem dois jumentos que se revezam na lida. Só assim ele consegue sozinho dar conta do lote de 14 hectares de terra. “Se eu passar sozinho a enxada, eu levo um mês. Com eles eu faço em quatro dias”, afirma.
Para manter esses animais, o custo é baixo. “Eles só comem o restante que os animais deixam e ainda são gordinhos. Com outro animal seria bem mais caro pra manter. E além do mais, ele não fica perdido. Não tem noite, não tem chuva, não tem nada que faça ele perder o caminho. Ele volta”, diz Neto.
Severino Lourenço Filho tem uma explicação simples para manter o jumento em algumas tarefas. “A moto não vai entrar dentro daquela mata. Isso aqui não fura pneu. O casco dela não fura por nada”, explica.
O casco duro, a baixa estatura, as orelhas sempre atentas. O jumento, também chamado de jegue ou asno é da família dos asininos. Parente do cavalo, muitas vezes é confundido com o burro e a mula - animais estéreis resultantes do cruzamento de égua com jumento.
A raça mais conhecida de jumentos no Brasil é a do jumento pêga, mas estamos falando do jumento nordestino, que corresponde a 90% do rebanho do país. Segundo o IBGE, a população deste animal está em torno de 812 mil animais. No Brasil inteiro são 900 mil jumentos.
O rincho, barulho característico emitido pelo jumento, é mais uma marca registrada do animal. Dizem que ele faz isso de hora em hora.
O zootecnista Fernando Vianna, que estuda a história do jegue há mais de 30 anos, explica algumas das características do típico animal nordestino. “Se busca um animal que tenha uma garupa mais levantada, porque isso ajuda a fazer melhor o transporte da carga que ele está conduzindo. Existe referência de que é o animal que tem capacidade de carregar uma carga superior ao seu próprio peso. Um jumento desse pesa em torno de 130, 140 quilos. Tranquilamente ele carrega no lombo uma carga nessa faixa de 130, 150 quilos. E carrega em solos de areia, que atolam. Ele carrega cargas imensas de capim que não se vê nem o jumento, ele fica totalmente coberto pela carga, mas ele consegue fazer isso”, explica.
Com tanta tradição, é difícil entender porque o jumento virou um problema no sertão. “Grande parte desses animais não têm dono. Nasceram nas estradas vicinais, estradas estaduais, e que não têm dono. E isso faz com que hoje se crie esse estado de celeuma a ponto de acontecer o que está se falando agora em intensificar o abate”, diz Vianna.
Do Globo Rural
segunda-feira, 5 de maio de 2014
NOTÍCIAS
Mobilizações do MST/RN fecha BR no Rio Grande do Norte.

O MST trancou hoje pela manhã (05) a BR 304 que liga Natal a Mossoró. A mobilização tem caráter de denuncia e reivindicação. Com cerca de 500 pessoas o intuito é denunciar o descaso da reforma agrária no estado, o sucateamento do INCRA cobrar mais celeridade nas desapropriações de terras. Além disto, fazer a denuncia da prioridade do Governo para o agronegócio em detrimento com o descaso com a agricultura camponesa.
Na realidade agrária potiguar ainda existe as multinacionais da energia eólica que vem com tudo para dentro dos assentamentos de reforma agrária fazendo com que muitas famílias fiquem impossibilitadas de trabalhar em seus lotes.




O MST trancou hoje pela manhã (05) a BR 304 que liga Natal a Mossoró. A mobilização tem caráter de denuncia e reivindicação. Com cerca de 500 pessoas o intuito é denunciar o descaso da reforma agrária no estado, o sucateamento do INCRA cobrar mais celeridade nas desapropriações de terras. Além disto, fazer a denuncia da prioridade do Governo para o agronegócio em detrimento com o descaso com a agricultura camponesa.
Na realidade agrária potiguar ainda existe as multinacionais da energia eólica que vem com tudo para dentro dos assentamentos de reforma agrária fazendo com que muitas famílias fiquem impossibilitadas de trabalhar em seus lotes.




http://noticiasdocamposttr.blogspot.com.br/
CORDEL ACORDE PARA VIDA
ACORDE PRA VIDA QUE O BOM É VIVER!!!
Quem anda cansado triste, deprimido,
Alimenta mágoa desgosto e langor
Não ver mais beleza no campo florido
Não sente o perfume que tem numa flor
Somente tristeza guarda no seu peito
Adote o conceito que tenho a dizer,
Levante a cabeça siga satisfeito
Acorde pra vida que o bom é viver.
Contemple a beleza que tem numa aurora
O céu estrelado as ondas do mar
Lute, se desprenda do que lhe apavora
Tente a todo custo só se superar
Despreze a ideia de ser pessimista
Buscando a conquista procure vencer
A batalha é árdua, mas seja otimista,
Acorde pra vida que o bom é viver.
Tenha fé em Deus não tema o perigo
Espontaneamente ajude o irmão
Dê água, comida, consolo e abrigo,
Seja solidário dividindo pão
Quem pratica o bem com fé e humildade
Não terá motivos pra se arrepender
Encontre o caminho da felicidade
Acorde pra vida que o bom é viver.
Se afaste das drogas não se entregue ao vício
Pois isso lhe arrasa e só faz sucumbir
No fundo do poço, cai no precipício,
Desse calabouço não pode sair
Por isso se afaste das ervas malditas
Elas lentamente lhe fazem morrer
Lute enquanto é tempo contra tais desditas
Acorde pra vida que o bom é viver.
Carlos Aires
Alimenta mágoa desgosto e langor
Não ver mais beleza no campo florido
Não sente o perfume que tem numa flor
Somente tristeza guarda no seu peito
Adote o conceito que tenho a dizer,
Levante a cabeça siga satisfeito
Acorde pra vida que o bom é viver.
Contemple a beleza que tem numa aurora
O céu estrelado as ondas do mar
Lute, se desprenda do que lhe apavora
Tente a todo custo só se superar
Despreze a ideia de ser pessimista
Buscando a conquista procure vencer
A batalha é árdua, mas seja otimista,
Acorde pra vida que o bom é viver.
Tenha fé em Deus não tema o perigo
Espontaneamente ajude o irmão
Dê água, comida, consolo e abrigo,
Seja solidário dividindo pão
Quem pratica o bem com fé e humildade
Não terá motivos pra se arrepender
Encontre o caminho da felicidade
Acorde pra vida que o bom é viver.
Se afaste das drogas não se entregue ao vício
Pois isso lhe arrasa e só faz sucumbir
No fundo do poço, cai no precipício,
Desse calabouço não pode sair
Por isso se afaste das ervas malditas
Elas lentamente lhe fazem morrer
Lute enquanto é tempo contra tais desditas
Acorde pra vida que o bom é viver.
Carlos Aires
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