terça-feira, 22 de maio de 2012

POETAS RECLAMAM DOS MAUS SERVIÇOS DA TIM EM FORMA DE VERSOS


POETA DEDE MONTEIRO
Não sei por que diabo foi
Que, em vez de pagar tão caro,
Eu já não mudei pra “CLARO”,
Pra “NEXTEL”,” VIVO” ou “OI”.
Jesus do céu me perdoe,
Já que eu agi tão errado.
Mas a TIM tem mais pecado
Que Judas, Nero e Caim.
A TIM, tim tim por tim tim,
Não vale um tostão furado.

Quem tiver algum segredo
Pr’um amigo em São José,
Acho que se for a pé
Consegue chegar mais cedo.
Hoje eu fiz calo no dedo,
Terminei triste e cansado,
Sem poder dar um recado
Tão importante pra mim.
A TIM, tim tim por tim tim,
Não vale um tostão furado. 

POETA  Zé de Mariano
Hoje um algo aconteceu
Difícil de acreditar
Disse o poeta Bangá
Que estava com o mano seu
Que Dede lhe apareceu
Com um telefone ligado
Bangá ficou abismado
Ao lhe ouvir dizendo assim
- A tim, tim, tim por tim, tim
Não vale um tostão furado. 

POETA James Dion
É A CARA DO PAÍS
ESSA OPERADORA BOSTA
OFERECE E VIRA AS COSTA
E O POVO NADA DIZ.
A GENTE LIGA ELA DIZ:
O NÚMERO TÁ DESLIGADO
TENTE DEPOIS OBRIGADO!
PAÍS SEM LEI É ASSIM
A TIM TIM-TIM POR TIM-TIM
NÃO VALE UM TOSTÃO FURADO.

 POETA: JATÃO VAQUEIRO
ISSO É UM DESRESPEITO
COM A SOCIEDADE
QUE VIVE A REALIDADE
DE UM SERVIÇO IMPERFEITO 
E NÃO VAI TER GEITO
SE EU FICAR PARADO
SENDO TORTURADO
POR UMA EMPRESA RUIM
A TIM TIM-TIM POR TIM-TIM
NÃO VALE UM TOSTÃO FURADO.
Reproduzido do Blog do Poeta Belmontense: www.poetaciceromoraes.com

segunda-feira, 21 de maio de 2012

VEM AÍ A 4ª GRANDE VAQUEJADA DO SAIA RODADA PARK SHOW


Piadas de Caipiras

Dois amigos vaqueiros estavam conversando em um bar de Munguengue quando um diz:

-Sabe Arfredo o moça do IBGE teve lá em casa e perguntou ai eu quantos fio eu tinha e eu dixe: 

- Bão. . . As minina são seis. . . Os minino são quatro. . .

- Então sua prole é grande! Num é seu Sebastião?


- Grande até que não, sabe moça, mas tá sempre pronta. . . durinha que é uma coisa demais visse

- Ô, cumpadi!
- Qui quie isso homi de Deus? Responde Alfredo.

- Pois oia compadre Bastião! Amanhã mermo eu vô fazê um exame da tar da póstata la no posto de saúde de Mungungue visse. . .


- Ih, cumpadi, é mermo? Pergunta Sebastião:


- É. . . Tenhu qui prevenir se quiser viver compadre. . . Mas ocê veim cumigo e leva um revórvi?


-Oxente. . . Ir cuntigo inté vô, mas revórvi. . Paquê homi de Deus?


- Se eu na hora do exame rivirá os zóio e dar uma risadinha, mata eu compadre, pode mandar bala visse... 
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.
O nordeste está sofrendo
Seco sem água e sem planta
O campina já nem canta
O gado não está comendo
As plantas estão morrendo
Dá vontade de chorar
Só deus pra nos ajudar
E ouvir a nossa prece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

A terra fica doente

Fica a vida ameaçada
Gado morto na estrada
Chega dá pena na gente
O sertanejo carente
Vê a seca arrochar
Quem come do que plantar
Baixa a cabeça e faz prece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

Quem só vive do roçado

É triste a situação
Se não plantar não tem pão
Pra dar ao filho coitado
O cabra fica apertado
Vendo seu filho chorar
Sem nada ter pra lhe dar
O sertanejo padece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

Porém a seca obriga

O camponês apelar
Resolve então viajar
Pra se salvar ele briga
Sua família ele abriga
Bem longe do seu lugar
Mas se a chuva voltar
Diz ele à família a prece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

Mesmo estando na cidade

Quando escuta alguém dizer
Que já começou chover
Lhe bate logo a vontade
Já lhe aumenta a saudade
E resolve então voltar
Pensando logo em plantar
Diz deus ouviu minha prece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

Vem na primeira viagem

Era o que ele mais queria
A família com alegria
Ele cheio de coragem
Chega e ver outra paisagem
A asa branca a cantar
O verde, o gado a pastar
Com água tudo enriquece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

Ver os rios transbordando

A mata verde e frondosa
Ho! Que paisagem mimosa
O gado gordo pastando
A passarada cantando
O milho a pendoar
Já tem feijão pra apanhar
O sertanejo envaidece
O meu sertão agradece
As chuvas que deus mandar.

É esta a maior riqueza

Que se vê no meu sertão
Pois a maior ambição
Não é jóia e nem nobreza
Apenas que a natureza
Viva pra nos ajudar
Que deus possa abençoar
E da gente não se esqueça
Pra que o sertão agradeça
A chuva que deus mandar.



de Francisco Rariosvaldo de Oliveira
Olho D’água do Borges - RN - por correio eletrônico

Governo anuncia medidas de combate à seca no RN


Municípios que vivenciam situação delicada com relação à água para consumo humano e que estão localizados na região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte serão atendidos pela Adutora Alto Oeste. A ordem de serviço à conclusão do sistema adutor será assinada na sexta-feira, 25, em Pau dos Ferros, pela governadora Rosalba Ciarlini. Com a obra, cidades como Luiz Gomes e Antônio Martins, que enfrentam quadro delicado pela falta d'água, serão atendidas. Até a conclusão do sistema adutor, o Governo do Estado abastecerá essas cidades por meio de carro-pipa, em atuação conjunta com o Exército Brasileiro.

Para a adutora Alto Oeste, segundo a governadora Rosalba Ciarlini, o Governo do Estado investirá R$ 23 milhões. Além do Alto Oeste, a governadora também vai à região Seridó, no sábado (26), anunciar pequenos sistemas adutores para atender comunidades que também enfrentam problemas com a falta d'água.
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Com seca severa, feijão é o vilão da alta de preço no prato do nordestino 

Em algumas capitais do Nordeste, alta do feijão ultrapassa 100%

Gustavo Maia / NE10
Pior período de estiagem dos últimos 30 anos, a seca nordestina não está afetando apenas a vida do sertanejo. O bolso do consumidor da região está sendo atingido com a alta de preços dos alimentos cuja produção foi afetada pela aridez severa.  Em estados como Pernambuco e Bahia, quase metade dos municípios declararam estado de emergência. Produtos típicos, da mesa do nordestino especialmente grãos e verduras,  estão em alta no período elevando o gasto com alimentos: feijão, milho, batata doce e banana chegam a atingir em algumas capitais mais de 100% de aumento.

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domingo, 20 de maio de 2012

DUAS FACES DO MESMO SERTÃO


ESTIAGEM
Aqui não choveu
E tudo secou
Milho não vingou
Feijão se perdeu
O gado morreu
Rachou nosso chão
Fiz tanta oração,
Promessa também
Mas chuva não vem
Padece o sertão!
INVERNO  
Pois aqui andou chovendo
A babugem já nasceu
O meu gadinho comeu
E a barriga vai enchendo.
O feijão andei colhendo,
E o milho vai escapando,
Já está embonecando!
Não será um grande inverno
Mas escapei do inferno
A fartura tá chegando.
Fotos e texto de Dalinha Catunda
Dois exemplos de décimas e duas faces do mesmo sertão