segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Você acha sua vida difícil? Veja a imagem da verdadeira fé e esperança em Deus


Enquanto alguns querem Poder...

Enquanto alguns querem Glórias...

Enquanto Alguns querem Riquezas e Dinheiro...

Essa criança da imagem acima sonha apenas em ter seu cabelo de volta e ter saúde...
VEJA ESSA IMAGEM
E TIRE SUA CONCLUSÃO
NÃO PENSE SÓ EM VOCÊ
PENSE NO SEU IRMÃO
QUE QUERIA SÓ O CABELO
E A DEUS FAZ UM APELO
COM FÉ E DEVOÇÃO

POR TODAS AS CRIANÇAS
QUE SOFREM COM C.A.
"DEUS TENHA PIEDADE"
VAMOS JUNTOS REZAR
A ORAÇÃO QUE ELE DEIXOU
E AO POVO ENSINOU
COMO FORMA DE AMAR

 SE NÃO LEMBRAMOS DO PRÓXIMO
A DEUS PEÇAMOS PERDÃO
SE SÓ PENSAMOS EM GLÓRIAS
NÃO ESQUEÇA O SEU IRMÃO
QUE TA ALI DO LADO
MUITAS VEZES REJEITADO
PELA SOCIEDADE SEM CORAÇÃO

                      TEXTO: JATÃO VAQUEIRO

Assentamento Remédio recebeu o "Café com Jatão" no último sábado

O Programa Forró e Vaquejada continua visitando as comunidades de Umarizal com o quadro "Café com Jatão". Neste sábado (01), o locutor Jatão e a equipe da Fm Fraternidade 104,9 visitaram o assentamento Remédio para mais uma transmissão ao vivo do programa.

O Café foi realizado na residência de Seu Raimundo, presidente da associação dos trabalhadores da comunidade que recebeu, junto da esposa dona Neta, os Amigos, moradores da comunidade e visitantes.


O "Café com Jatão" busca integrar e aproximar a rádio, das comunidades de Umarizal levando o locutor ao alcance do ouvinte. O quadro é realizado aos sábados a partir das 5h.

O CAFÉ DE SÁBADO FOI
LA NO ASSENTAMENTO
BEM NA HORA QUE O SOL
BRILHAVA NO FIRMAMENTO
COISAS DA NATUREZA
QUE MOSTRA SUA BELEZA
 PARA NOSSO JULGAMENTO
 
AGRADEÇO A TODO POVO
DAQUELA COMUNIDADE
QUE JUNTOS PARTICIPARAM
ZONA RURAL E A CIDADE
DO CAFÉ COM JATÃO
DENTRO DA PROGRAMAÇÃO
DA FM FRATERNIDADE
 
SÁBADO TEM MAIS UM
CAFÉ COM O JATÃO
VOCÊ É NOSSO CONVIDADO
LOGO EM PRIMEIRA MÃO
EM LEÔNIO DA PADÁRIA
LOGO AO AMANHECER DO DIA
TEM CAFÉ MEU PATRÃO
                         TEXTO: JATÃO VAQUEIRO 

Veja as Fotos em mais informações:

Missa reunirá 1.500 vaqueiros em Canindé no CE.

Clique para Ampliar
Os participantes levam bandeiras numa demonstração de civismo e fé pelas ruas de Canindé
ANTÔNIO CARLOS ALVES
O pároco e reitor do Santuário Franciscano, frei João Amilton, será o celebrante da missa que acontecerá amanhã
Canindé. Acontece amanhã, a partir das 9h, na Igreja de São Pedro, no Alto do Moinho, próximo a Estátua de São Francisco, a 41ª Missa dos Vaqueiros, como parte da programação da Romaria de São Francisco. Cerca de 1.500 vaqueiros devem participar. A festa foi iniciada no último dia 24 de setembro e terminará no próximo 4 de outubro, com a procissão de São Francisquinho pelas ruas da cidade.

A celebração começou a integrar o calendário da festa em outubro de 1970, por intermédio do já falecido poeta popular Raimundo Marreiro, do executivo Juarez Coutinho e da vaqueira, hoje Mestre da Cultura do Estado do Ceará, Dina Maria Martins, responsável por manter viva essa tradição entre cavaleiros da fé. Segundo Dina, a primeira missa foi celebrada em 1º de outubro de 1970, pelo então vigário da Paróquia de São Francisco, frei Lucas Dolle. Em 1976, devido ao grande sucesso da festa, a cavalgada da fé contou com a presença do inesquecível "Rei do Baião", o compositor e cantor Luiz Gonzaga.

PIADAS DE CAIPIRAS

Certo dia, seu Juvenal vaqueiro vai ao médico em Munguengue para fazer uns exames de rotina.
O médico, depois de ver o histórico clínico do paciente, pergunta:
- Fuma seu Juvenal?
- E ele: Sim senhor, Pouco.
- Tem que parar de fumar.
-  O senhor bebe?
- Pouco seu doutor.
- Tem que parar de beber de uma vez.
- Faz sexo sempre seu Juvenal?
- Muito pouco viu doutor.
- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Isso irá ajuda-lo!
O vaqueiro vai para casa, conta tudo a mulher e, imediatamente, vai pro banho.
A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe uma
roupa especial e fica na espera.
Seu juvenal sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar
e a mulher, surpresa, pergunta:
- Aonde é que você pensa que vai meu velho?
E seu Juvenal diz: - Não ouviu e entendeu o que o médico me disse Neide? tenho que fazer muito sexo.
- Sim, mas, aqui estou eu ja prontinha ...
O vaqueiro diz:
- AH! NEIDE, ... NEIDE, LÁ VEM VOCÊ COM SUA MANIA DE
REMÉDIO CASEIRO!

domingo, 2 de outubro de 2011

Segunda feira, feriado estadual no RN, Arquidiocese de Natal comemora Festa dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Mateus Moreira (acima), Padre André de Soveral e o camponês Ambrósio Francisco Ferro

Segunda-feira(3) a Igreja Católica celebra a memória dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Em alusão à data é feriado estadual no Rio Grande do Norte.

A Arquidiocese de Natal celebrará a data, na Comunidade de Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante, no local onde há um Monumento em honra dos Mártires.


No local, na segunda-feira, às 15 horas, haverá show com a banda católica Nova Aliança e, às 16 horas, show com a cantora Maria do Rosário. Às 18 horas, será celebrada missa, presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Matias Patrício de Macêdo. 


Razões do feriado 

O ferido do dia 3 de outubro é uma homenagem aos mortos durante dois massacres. Um ocorrido na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, e o outro na Comunidade Uruaçú, em São Gonçalo do Amarante.


No total, 151 pessoas foram cruelmente assassinadas por soldados holandeses e índios. O massacre ocorreu em 1645 e teve como destaque as figuras do Pe. André de Soveral e o camponês Mateus Moreira, que teve o seu coração arrancado pelas costas, enquanto repetia a frase “Louvado seja o Santíssimo Sacramento”.


A lei que originou o feriado de 3 de outubro no Estado é de autoria do deputado José Dias. Ela foi aprovada pela Assembléia Legislativa e promulgada pela então governadora Wilma de Faria no dia 6 de dezembro de 2006 e publicada no Diário Oficial do Estado no dia 7.

A vida do caboclo no sertão

"A VIDA AQUI SÓ É RUIM
QUANDO NÃO CHOVE NO CHÃO"
ESSA LETRA É DE UMA MÚSICA
QUE RETRATA MEU SERTÃO
TERRA DE GENTE BOA
SEM BESTEIRA MEU PATRÃO

POVO FORTE E TRABALHADOR
NA PLANTAÇÃO DO ROÇADO
SUSTENTANDO A FAMÍLIA
COM O SUOR DERRAMADO
DURANTE TODOS OS DIAS
DEBAIXO DO SOL ESCALADO

FAÇA FRIO OU CALOR
E DE INVERNO A VERÃO
O CABOCLO VAI PLANTANDO
MILHO, ARROZ E FEIJÃO
NA BUSCA DE CONSEGUIR
PRA FAMÍLIA O SEU PÃO

LOGO QUE O DIA AMANHECE
NA CASA DO CAMPONÊS
NINGUÉM FICA DEITADO
LEVANTAM DE UMA VEZ
PARA TOMAR O CAFÉ
QUE DONA MARIA FEZ

A PATRÔA TAMBÉM AJUDA
O MARIDO A PLANTAR
E AINDA FAZ A BÓIA
QUE ELES IRÃO ALMOÇAR
LOGO AO MEIO DIA
QUANDO O SOL ESQUENTAR

O CABOCLO COM VONTADE
ALMOÇA UM BOM FEIJÃO
COM UM PEDAÇO DE TOCIM
E UM OSSO DE CHAMBÃO
FARINHA E CARNE SECA
DO LOMBO DE UM BARRÃO

DEPOIS DO ALMOÇO VEM
UM PEDAÇO DE RAPADURA
E LOGO UM COPO DÁGUA
PARA ESFRIAR A QUENTURA
ÁGUA DA QUARTINHA
SEMPRE FRIINHA E PURA

O CABOCLO AINDA VAI
TIRAR AQUELA SONECA
DEBAIXO DE UM JUAZEIRO
PRA DESCANSAR A MUNHECA
ELE É FILHO DE DEUS
E NÃO É NEM UM JECA

JÁ A TARDE O SOL SE PONDO
O CABOCLO VOLTA A TAPERA
ONDE A SUA MULHER FICA
TODO DIA NA ESPERA
QUE ELE VOLTE DO CERCADO
COM FOME DE UMA FERA

E QUANDO É NA CHEGADA
NA PORTA DA COZINHA
ELE PERGUNTA LOGO
E PRA JANTAR MARIAZINHA?
ELA SORRIDENTE LHE DIZ
TEM LEITE COM FARINHA

JOÃO PEDE ÁGUA A MARIA
E LAVA A CARA NO TERREIRO
ENTRA NA PORTA DA COZINHA
E ASCENDE O CANDEEIRO
DEPENDURADO NUM TORNO
QUE ILUMINA COMO UM BRASEIRO
 
MARIA ARRUMA A MESA 
E LOGO BOTA O JANTAR
LEITE DA VACA PRETA
E FARINHA DO CAÇOAR
QUE DEPOIS DELES COMEREM
VÃO LOGO SE DEITAR

SE LEVANTAM NO OUTRO DIA
COM O PROGRAMA DE JATÃO
QUE COMEÇA AO CANTAR DO GALO
AQUI NO MEU SERTÃO
TRAZENDO FESTA E ALEGRIA
AO POVO DA REGIÃO

                             TEXTO JATÃO VAQUEIRO

O rádio na vida do sertanejo nordestino

Os pássaros cantam com alegria e entusiasmo, as vacas berram no curral, as galinhas andam por todos os lados, é o dia que está amanhecendo no sertão. O sertanejo acorda para mais uma jornada da sua habitual rotina de interiorano. Enquanto toma o café quentinho da manhã ou o leite que acabara de tirar das vacas, houve um fiel e indispensável companheiro, o rádio. Aparelho estimado e importante para o homem do interior.


Nos rincões mais isolados é ele que traz a informação, seja um aviso, um comunicado dos governos, uma notícia, um jogo de futebol, uma entrevista com os homens “graúdos” e também traz música e diversão para o sertanejo. A presença do rádio em cada casa do sertão tem sua importância histórica e cultural. Houve épocas em que um rádio era coisa de luxo em cima de um armário ou da banca de pote na casa de cada rurícola. Com o desenvolvimento que chegou nos últimos anos e o surgimento de novos meios de comunicação no interior, o rádio perdeu força, mas ainda não perdeu o reinado e continua a ecoar absoluto pelos pés de serra do sertão.


O apreço do povo brasileiro pelo rádio, destacando em especial o povo sertanejo nordestino talvez se deva ao fato de ter sido este o primeiro meio de comunicação acessível ao campo. Através dele, o homem que sofre e trabalha debaixo do sol abrasador fica sabendo dos acontecimentos que estão se passando mundo afora. Assim como uma enxada, um fogão a lenha, o rádio também é objeto indispensável à vida do nordestino. Ao rádio devemos muito!!!

sábado, 1 de outubro de 2011

PARQUE MASTRUZ COM LEITE - Pentecoste CE


HOMENAGEM EM MEMORIA AO VAQUEIRO FRANCISCO TOBIAS DA SILVA (TETÊ) HOJE
"O MITO" DAS VAQUEJADAS BRASILEIRAS !!! 
REALIZAÇÃO : Grupo Mastruz com Leite (Emanoel Gurgel)
FONTE: O MUNDO DA VAQUEJADA

POEMA DE LUIZ CAMPOS


O velho deus da fome
e o politico mentiroso
Autor: Luiz Campos (Mossoró-RN)
Se o Deus inspirador
Não negar-me inspirição
Eu vou versar uma cena
Que me chamou a atenção
De um velho e um político
Numa época de eleição.

Numa noite eu e às estrelas
Sem saber pra onde ia
Fui sair numa hodega
De uma periferia
E vi uma multidão
Fui saber o que havia.

Cheguei lá era um político
De paletó, de colete,
O bucho cheio de Whisky,
Caviar e rabanete
Improvisando um comício
Trepado num tamborete.

Como essas coisas chamam
Atenção do curioso
Eu pensei com meus botões
Não é hora de repouso
Eu vou ouvir meia hora
O político mentiroso.

O moço falava bem
Devido ter muito estudo
Puxava os “érres e ésses”
Caprichava o ponto agudo
Mas para iludir matuto
Nem precisa disso tudo.

No discurso prometia
Que se ganhasse botava
Água e luz em todo canto
Até emprego arranjava
Mas só da boca prá fora
Porque nisso nem pensava.

E prometia também
Fazer a Maternidade
Praça com parque infantil
Melhorar toda a cidade
E o povo de boca aberta
Pensando que era verdade.

De vez em quando ao outro
Candidato ele atacava
Partido bom, era o dele;
O do outro, não prestava
Apontava erros alheios
Mas os dele não mostrava.

De vez em quanto uma salva
De palmas aparecia
Porém um batia palma
Mas já outro, não batia
Um dizia: - Já ganhou;
Mas já outro não dizia.

E ele continuou
No rosário de promessa
Dizendo: - Vamos mudar
Pra melhor, a vez é essa.
Só porque todo político
Só confia na conversa.

Pedia voto pra ele
E pra outro candidato
E saiu mais de um moleque
Distribuindo retrato
Eu até recebi um
Mas joguei logo no mato.

Fiquei prestando atenção
Ouvi tin-tin por tin-tin.
Um dizia: - O homem é bom;
Outro dizia: - ele é ruim
Porque se ele prestasse
Não tava mentindo assim.

Ouvi um negor dizer:
 - Vamos votar no rapaz
outro negro respondeu
 - Quem votar nele só faz
retirar Jesus do trono
pra colocar satanás.

Vendo o povo dividido
Eu fiquei meio indeciso
Nisso falou um senhor,
Desses que possuem juízo
Quem votar em qualquer um
O povo tem prejuízo.

E ele continuou:
 - Faço isso, faço aquilo
pois político demagogo
nem pra falar tem estilo
quando fala é “intirisse”
como cantiga de grilo.

Nesse momento um velhinho
Da idade de Noé
Desses que só dá um metro
Depois que se põe em pé
Gritou no meio do povo:
 - me dê licença, seu Zé.

O senhor já falou muito;
Sei que o senhor fala bem
Mas se o senhor tem direito
Eu acho que a gente tem
Dê licença dez minutos
Que eu quero falar também.

Eu sou do século passado
Nem da minha idade eu sei.
Me criei sem ter escola
Não cresci, atrofiei
Mas em mulher e político
Até hoje não confiei.

O senhor vai desculpando
Que eu sou meio arigó
Político é como menino
Desses criado por vó
Que quer tudo quanto vê
Pede muito e come só.

Você prometo água e luz
Dizendo que é prá JÁ
Eu tenho plena certeza
Que não acontecerá
Mas se isso acontecer
De nós pobres, o que será?

Se o senhor botar luz
Todo mês cobra uma taxa
E só chega taxa alta,
Nunca chega taxa baixa
Que água e luz só dão certo
Pra quem tem grana na caixa.

E a luz tem outro troço
Entre os outros mais nojentos
Todo mês chega um papel
Cada papel, um aumento
E a gente fica sem luz
Se atrazar o pagamento.

Aumento em cima de aumento
Que de nós ninguém tem dó
Água e luz já estão mais caros
Do que mesmo o ouro em pó
Garanto que ninguém paga
Dois papéis de um preço só.

A água é do mesmo jeito
Dia tem, oito não tem
O órgão que distribui
Nunca explicou pra ninguém
Mas todo final de mês
Espere o papel que vem.

E se o asfalto passar
Acaba o nosso aveloz
Depois do tapete preto
O carro passa veloz
Pra matar nossas crianças,
Passar por cima de nós.

E essa maternidade
Isso é um plano perdido
Porque mulheres daqui
Quase todas têm marido
E as que não são ligadas
Só vivem no comprimido.

Quando o velho falou isso
O povo reconheceu
E quem gritou: - Já ganhou
Ai gritou: - já perdeu
E ele desconfiado
Do tamborete desceu.

Ainda tentou falar
Porém tudo foi em vão
Trepado não ganhou nada
Avalie tando no chão
Ainda estirou o braço
Mas ninguém pegou na mão

Ele meio desajeitado
Pegou o carro e saiu
Com tanta velocidade
Chega a poeira cobriu
Em menos de um segundo
Numa curva se sumiu

Mas como a derrota é triste
Eu sentí pelo rapaz...
Falar tanto, ganhar nada,
Mas quem promete e não faz
Só é bom que seja assim
Goze menos, sofra mais.

Me aproximei do velho
Perguntei: - como é seu nome?
Ele disse: - Sou José,
Mas me chamam “Deus da Fome”
Porque vivo revoltado
Com quem trabalha e não come.

Aí voltei para casa,
Fui dormir e não dormi
Passei a noite acordado
Pensando no que ouvi
E como estava sem sono
Este folheto escrevi.

FIM

Comunidade Quilombola do Jatobá, no municipio de Patu prepara mudas para projeto

Agricultores de diversos municípios da região do Médio Oeste do Rio Grande do Norte estão produzindo bancos de sementes e viveiro com mudas de hortaliças. Na Comunidade Negra do Jatobá, no município de Patu a partir de uma iniciativa de convivência com o semiárido, os pequenos produtores criaram um viveiro de mudas com objetivo de produzir mudas de hortaliças, plantas medicinais, plantas frutíferas e plantas nativas.

Essa iniciativa partiu da ação estratégica da equipe técnica do Centro Juazeiro que desenvolve um trabalho em parceria com o Núcleo Sertão Verde, há três anos na Comunidade Quilombola.
O Viveiro de mudas vem proporcionando às famílias, o cultivo de hortaliças em uma horta comunitária, além do fortalecimento dos pomares e o plantio de árvores para arborização e reflorestamento da área da comunidade.

Fonte: olhodaguaemdia.blogspot.com