quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Casaco de Urdemales na Praça de Umarizal

Popular Ronaldo e a Personagem Gracinha
No último domingo (18) apresentou-se em frente a Igreja Matriz de Umarizal durante o II VIVARTE na Festa do Padroeiro, o espetáculo de Teatro de Rua “O Casaco de Urdemales” montagem que já passou por várias cidades do Sudeste e Nordeste brasileiro e conta com a participação dos atores umarizalenses  Jardeu Amorim, Léo Alves e Victor Miranda, e ainda com Berg bezerra e Diego Tavares da Cia. Ciranduís de Janduís e Junio Santos do Grupo Cevantes do Brasil de Icapuí – CE. A apresentação foi bastante comentada e aplaudida por todos que estavam presentes na praça e principalmente pela participação de uma figura que deu um toque de humor maior do que o espetáculo pretendia, interagindo constantemente nas cenas, um ator das ruas louco pra mostrar-se. 
Fonte: arteriso.blogspot.com

NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA 

O negócio é aprender a escrever com a torcida do Santa Cruz/PE

Era pra ser: "ADEUS SÉRIE D" (Em alusão ao campenato brasileiro de fitibó)

E deu no que deu... 

Fonte: sertaodofiofo.blogspot.com

Bezerro de duas cabeças nasce em Monte Horebe/PB

Em casos como esse o animal tem pouca chance de sobrevivência.

O casal José Nunes da Silva e Dairinha Dias ficaram surpresos com o nascimento do animalzinho.

Um bezerro que nasceu nesse domingo (18) com má formação genética causou repercussão e chamou muita atenção no município de Monte Horebe, Alto Sertão da Paraíba, no sítio Boa Vista II, a 2 Km da cidade.

O animal nasceu com duas cabeças, quatro olhos e único corpo. Os proprietários da fazenda onde nasceu o animal ficaram muito surpresos ao vê-lo e logo muita gente tomou conhecimento do fato curioso.

*Radar Sertanejo
via: gardeniaoliveira.blogspot.com

terça-feira, 20 de setembro de 2011

AGRADECIMENTO PELO COMENTÁRIO

1 comentários:


hugo disse...
JATÃO, NÓS AQUI DA CIDADE DE OLHO DAGUA DO BORGES TEMOS APENAS É QUE AGRADESCER O INCENTIVO E O EMPENHO QUE VC TEVE/TEM COM ESTES GAROTOS. TODO DOMINGO ELES ACORDASM ÀS 5 DA MANHÃ PARA TOCAR FORRÓ NA FEIRA LIVRE DE NOSSA CIDADE, O DINHEIRO QUE ELES CONSEGUEM VAI PARA A JUDAR A FAMÍLIA E OUTRA PARTE PARA QUEM SABE UM DIA ADQUIRIR INSTRUMENTOS NOVOS. PARABÉNS PRA VC, O MUNDO MAIS PRECISA DE PESSOAS COMO VOCÊ, PESSOAS COM VONTADE DE AJUDAR OS OUTROS. UM GRANDE ABRAÇO MEU CAMARADA E PARABÉNS MAIS UMA VEZ!
Um certo dia em uma casa de fazenda la em munguengue a lamparina se apaga e fica tudo escuro. Uma senhora sai para pegar velas na bancada, quando volta ela se depara com um vulto tudo escuro ela tenta enxergar o máximo que pode e ver o vulto novamente ela se prepara e quando o vulto passa ela pega nele, consegue pegar nos pisuidos do caboco e pergunta:
Quem é?  Responda!!!!
E nada do camarada falar
Ela novamente ja esticando os pisuidos do camarada pergunta:
Responda quem é!!! É uma alma penada?????
E nada de ninguem responder.
Ai a senhora da uma esticada que estrala os pisuidos dele e pergunta vai responder quem é ou não??!!!
E então ja sofrendo o sugeito responde:
- É o Mudinho!!! É o Mudinho!!!!

NOS ACORDES DA VIOLA


Nos Acordes da Viola
Sou caboclo nordestino,
Sou moleque, sou menino,
Sou poeta e cantador.
Quando pego na viola,
Meu peito tristonho chora,
E ela geme de dor.

Às vezes eu me arrebento,
Quando vem no pensamento,
O tempo bom que passou.
É quando castigo a viola,
Aí a danada chora
Cantando cantigas que outrora,
O meu passado embalou.

Sou caboclo nordestino,
De forró sou dançarino.
De faca Sou corredor.
Com morena faceira e cheirosa,
Bastam dois dedos de prosa,
Pra lhe provar meu amor.

Andei de cavalo de pau,
No talo da carnaúba.
Cheirei a flor mais cheirosa,
Cheirei a flor da munguba.

Com o papagaio no alto,
Lata e linha na mão,
Corri por toda cidade,
Brincando de pé no chão.

Brinquei de bola de gude,
Brinquei de bola de meia.
Fui um moleque feliz
Vivendo em minha aldeia

Hoje quando a saudade,
Aperta no meu coração,
Nos acordes da viola,
Vou dedilhando a canção.

O canto brota da alma,
Deste cabra sonhador.
Coração tristonho chora,
E a viola geme de dor. 

Fonte: /cantinhodadalinha.blogspot.com
O Município de Olho Dágua do Borges-RN, Celebra Hoje o 82º Aniversário da Sua Fundação, Nossos Parabéns...!!!

 (Vista Parcial da Cidade)
O Blog Gente Que Faz e Acontece, faz coro de parabéns para a cidade de Olho D'agua do Borges-RN, que celebra hoje, terça-feira, dia, 20 de Setembro, mais um ano de aniversário de sua fundação. Olho Dágua do Borges-RN, como já disse o Pr. Josinaldo, Missionário Evangélico da Igreja de Cristo, é 'Terra Que Emana Mel e Leite'. Nossos mais sinceros parabéns...
( Prefeito da Cidade-Drº. Jackson Queiroga )
( Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição )
( Dorgival Dantas - O Filho Mais  Famoso da Cidade)
( A Cavalgada do programa de Jatão- Uma Nova Tradição  )
 
 É COM GRANDE ALEGRIA
DENTRO DO CORAÇÃO
QUE VI ESSA REPORTAGEM
NESSE BLOG DE EXPRESSÃO
DO MEU AMIGO WALTIM
QUE PROPOCIONOU A MIM
ESSA GRANDE EMOÇÃO
 
SOBRE ESSE EVENTO
DENOMINADO CAVALGADA
QUE FOI IDEALIZADO
PRA SER DE MADRUGADA
DE OLHO D´AGUA SAINDO
O POVO TODO ASSISTINDO
ESSA FESTA ORGANIZADA
 
 ESSE É O ANIVERSÁRIO
DA FM FRATERNIDADE
EMISSORA DE RÁDIO
AQUI DE NOSSA CIDADE
E ESSA COMEMORAÇÃO
É PRA VOCÊ CIDADÃO
DE TODA COMUNIDADE
 
SINTO-ME ORGULHOSO
EM FAZER PARTE DA TRADIÇÃO
DA GENTE DESSA TERRA
QUE AMA O SEU CHÃO
A CAVALGADA  É CULTURA
E COM O POVO SE MISTURA
AQUI NO MEU SERTÃO
                                 TEXTO: JATÃO VAQUEIRO
REPORTAGEM DO BLOG: gentequefazeacontece.blogspot.com

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PIADAS DE CAIPIRAS

Cosmo filho de seu Abdias vaqueiro bicha de lascar vai ao médico no posto de Munguengue e fala para o médico:
-Aiii Doutor to com dodói! - diz em voz bem afrescaiada. E o médico pergunta: 
- Onde meu rapaz? Na cabeça? 
- Não, doutor! é mais para baixo! 
- No pescoço pergunta o médico? 
- Não, doutor! é mais para baixo! E o médico ja irritado: É no estômago?
- Não, doutor! é mais para baixo! 
- Já sei fala o doutor! é no passarinho! 
- Não, doutor! é mais aqui atrás  na gaiolinha de guardar  passarinho!
AQUELA DOSE DE AMOR
(do livro
DEZ CORDÉIS NUM CORDEL SÓ, Ed. Queima-Bucha, Mossoró, 2006)

Antonio Francisco
Um certo dia eu estava
Ao redor da minha aldeia
Atirando nas rolinhas,
Caçando rastros na areia,
Atrás de me divertir
Brincando com a vida alheia.

Eu andava mais na sombra
Devido ao sol muito quente,
Quando vi uma juriti
Bebendo numa vertente.
Atirei, ela voou.
Mas foi cair lá na frente.

Carreguei a espingarda,
Saí olhando pro chão,
Procurando a juriti
Nos troncos do algodão,
Quando surgiu um velhinho
Com um taco de pão na mão.

O velho disse: - “Senhor,
Não quero lhe ofender,
Mas se está com tanta fome
E não tem o que comer,
Mate a fome com este pão,
Deixe este pássaro viver.”

Eu disse: - Muito obrigado,
Pode guardar o seu pão...
Eu gasto mais do que isso
Com a minha munição.
Eu mato só por prazer,
Eu caço por diversão.

O velho disse: -“É normal
Esse orgulho do senhor
E todo esse egoísmo
Que tem no interior.
É porque falta no peito
Aquela dose de amor.

Se eu tivesse botado
Ela no seu coração,
Você jamais mataria
Um pardal sem precisão,
Nem dava um tiro num pato
Apenas por diversão.”

Eu fiquei muito confuso
Com as frases do ancião.
Aquelas suas palavras
Tocaram meu coração
Derrubando meu orgulho
E a vaidade no chão.

Me vali da humildade
E disse: - Perdão, senhor,
Desculpe a minha arrogância,
Mas lhe peço um favor,
Que me conte essa história
Sobre essa dose de amor.

O velho disse: - “Pois não.
Vou explicar ao senhor
Porque mesmo sem querer
Sou o maior causador
De hoje em dia o ser humano
Ser tão carente de amor.

Isso tudo aconteceu
Há muitos séculos atrás
Quando meu Pai fez o mundo
Terra, mares, vegetais.
Me pediu pra lhe ajudar
No último dos animais.

Pai me disse: - ‘Filho, eu fiz
Da formiga ao pelicano;
Botei veneno na cobra,
Bico grande no tucano,
Agora estou terminando
Este animal ser humano.

Mas ficou meio sem graça
Este animal predador...
O couro não deu pra nada,
A carne não tem sabor,
Na cabeça tem juízo,
Mas, no peito, pouco amor.

Por isso que eu lhe chamei
Pra você lhe consertar,
Botar mais amor no peito,
Lhe ensinar a amar
E tirar dessa cabeça
O desejo de matar’.

Depois disse: - ‘Filho, vá
Amanhã lá no quintal,
No casa dos sentimentos,
Perto do pote do mal...
Traga a dose de amor
E bote nesse animal’.

De manhã eu fui buscar
Aquela dose sozinho,
Mas na volta me entreti
Brincando com um passarinho
Perdi a dose do amor
Numa curva do caminho.

Quando eu notei que perdi,
Voltei correndo pra trás,
Procurei em todo canto,
Mas cadê eu achar mais.
Aí eu fiz a loucura
Que toda criança faz.

Voltei, peguei outra dose
Igualzinha a do amor,
O vidro da mesma altura,
O rótulo da mesma cor...
Cheguei em casa e botei
No peito do predador.

Mas logo no outro dia
Meu pai sem querer deu fé
Do animal ser humano
Chutando o sapo com o pé
E no outro ele mangando
Dos olhos do caboré.

Vendo aquilo pai chorou,
Ficou triste, passou mal,
Me chamou e disse: - ‘Filho,
O bicho não tá normal.
O que foi que você fez
No peito desse animal?’

Quando eu contei a verdade
De tudo aquilo que eu fiz
Pai disse tremendo a voz:
- ‘Eu sei que você não quis,
Mas você botou foi ódio
No peito desse infeliz.

Esse bicho inteligente
Com esse ódio profundo,
Com pouco amor nesse peito
Não vai parar um segundo
Enquanto não destruir
A última célula do mundo.

Depois daquelas palavras,
Chorei como um santo chora.
Quando foi à meia-noite
Eu saí de porta afora
E nunca mais eu pisei
Na casa que meu pai mora.

Daquele dia pra cá
É esta a minha pisada,
Procurando aquela dose
Em todo canto da estrada,
Pois, sem ela, o ser humano
Pra meu pai não vale nada.

Sem ela, vocês humanos
Não sabem dar sem pedir,
Viver sem hipocrisia,
Ficar por trás sem trair
Nem distante do poder
Nem discursar sem mentir.

Sem ela, vocês trucidam
E batizam os crimes seus.
Na era medieval
Queimaram bruxas e ateus
E perseguiram os hereges
Usando o nome de Deus.

Sem ela, foram pra África
E fizeram a escravidão...
Com os grilhões do preconceito
Escravizaram o irmão
Com a espada na cintura
E uma bíblia na mão’.

O velho disse: - “Perdoe
Ter tomado o tempo seu.
Consertar vocês, humanos,
É um problema só meu.”
Aí o velho sumiu
Do jeito que apareceu.

E eu fiquei ali em pé
Coçando o queixo com a mão,
Pensando se era verdade
As frases do ancião
Ou se era tudo fruto
Da minha imaginação.

E naquele mesmo instante
Vi passando na estrada
A juriti que eu chumbei
Com uma asa quebrada,
Mas não tive mais coragem
De atirar na coitada.

Joguei fora a espingarda,
Voltei olhando pro chão
Procurando aquela dose
Nos troncos do algodão
Pra guardá-la com carinho
Dentro do meu coração.

Se acaso algum de vocês
Tiver a felicidade
De encontrar aquela dose,
Eu peço por caridade
Derrame todo o sabor
Daquela dose de amor
No peito da humanidade.
Brasil, Argentina e Uruguai em alerta por aftosa no Paraguai
BUENOS AIRES, Argentina — Brasil, Argentina e Uruguai reforçaram nesta segunda-feira sua vigilância sanitária após o surgimento de um foco de febre aftosa no vizinho Paraguai, o que provocou a imediata suspensão das exportações de carne bovina paraguaia.
As autoridades brasileiras reforçaram a prevenção e a vigilância contra a febre aftosa na fronteira com o Paraguai, com a adoção de controles agropecuários, barreiras e identificação de propriedades de maior risco, informou o ministério da Agricultura.
O Brasil, que pretende ter todo seu território certificado como livre de febre aftosa com vacinação até 2013, ofereceu assistência ao Paraguai "nas medidas de erradicação imediata" da febre aftosa.
Já a Argentina "declarou o estado de alerta sanitário" em razão do foco de aftosa registrado no departamento paraguaio de San Pedro, 400 km a nordeste de Assunção.
"Está suspensa, de forma preventiva, a entrada na Argentina, tanto para importação como para trânsito, de qualquer mercadoria procedente do Paraguai passível de transmitir a aftosa".
O Uruguai suspendeu o "trânsito e a entrada de animais obviamente suscetíveis de aftosa, além de produtos, subprodutos, mercadorias e rações que possam transmitir o vírus", revelou o departamento de Saúde Animal do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca.
O Paraguai decidiu unilateralmente suspender suas exportações de carne bovina após detectar o foco de febre aftosa em gado do departamento de San Pedro, e decretou uma zona de emergência sanitária de 85 km de raio.
O último foco de aftosa detectado no Paraguai remonta a outubro de 2002, quando as exportações também foram suspensas.